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[Semana 1 Reflexão] Escolha um P!


#81

Projetos!
Isto é o que me mobiliza a paixão. Planejar, desenvolver, ver acontecer e concluir…
Gosto muito de projetar e realizar.
Os projetos possibilitam o trabalho com pessoas (os pares) em cocriação e pensar brincando.


#82

Projeto!
A ideia de traçar e percorrer um caminho, agir para chegar a um objetivo realmente me mobiliza! Envolve estratégia, sensibilidade para avaliar e alinhar novos passos e, envolver pessoas!
Hoje na gestão vejo o quanto é importante delinear processos para que mudança e inovação possam acontecer na escola!


#83

pensar brincando
o lúdico é sempre para mim uma fonte de criatividade e somar o racional torna o conjunto numa ferramenta apaixonante para desenvolver idéias que possa compartilhar. com todos.


#84

Cada vez mais vejo na minha prática a importância de compartilhar fazeres, saberes, duvidas, incertezas… Sem a troca, todo o resto não faz sentido. Toda vez que isso acontece o trabalho, a documentação, a experiencia ganha potencia, força!


#85

Brincar e paixão chamam minha atenção. Como se manter apaixonado e brincando ao realizar as atividades quando é necessário se adequar a regras para sobreviver? Como mudar o ponto de vista dos adultos? Como manter as crianças apaixonadas pela aprendizagem?


#86

Eu escolheria Projetos, no desenvolvimento de um projeto podemos trabalhar a autonomia, a interação, o diálogo com a realidade dos alunos ampliando seus conhecimentos, com as diversas áreas de conhecimento e fomenta a perspectiva de trabalho coletivo entre professores, alunos e comunidade escolar.

Permite ainda uma avaliação ampla e por etapas de desenvolvimento escolar dos alunos envolvidos e da reflexão permanente sobre a prática pedagógica.


#87

De início pareceu fácil escolher um “P”. Logo me veio a cabeça o Pensar Brincando, pois tive a felicidade de aprender várias habilidades e idiomas desse jeito.

Conforme fui elaborando a resposta eu logo vi que tinha muita Paixão escondida em todo o aprendizado. E as melhores formas de aprendizado sempre envolveram Pares e parte da brincadeira era planejar os Projetos.

Eu vou ficar com o Pensar brincando porque foi ele foi a primeira ideia que veio a mente, mas os outros são tão importantes quanto!


#88

Pensar brincando
Na diversão, descontração que se desperta a curiosidade e a vontade de fazer ou construir algo. Brincar nos motiva a começar e conhecer algo sem pensar num primeiro momento em estruturas, roteiros, nos motiva a agir de maneira criativa e livre.


#89

os 4 Ps se relacionam entre si. Mas já que tenho que optar por um, pensar brincando é o que considero importante na minha profissão. Se considerarmos o desenvolvimento infantil, crianças aprendem melhor de forma lúdica. Crianças criam, enquanto brincam.


#90

Pensar brincando - É muito importante pensarmos de forma lúdica sem compromisso com tempo e horário. Nesse sentido, também é relevante dedicarmos tempo para propor reflexões que nos façam construir algo novo, por meio do compartilhamento de ideias.

Bom curso a todos!


#91

Os projetos, pois permitem articular conhecimentos, despertando o interesse de forma prazerosa.


#92

Paixão. Acredito que a paixão pelo que se faz, e fazer com paixão, definem bem quem você é e onde quer chegar. Mesmo quando se é um grande profissional, quando se conhece bem conceitos e métodos, é a paixão pelo que se faz que determina seu sucesso.


#93

:rofl::rofl::rofl::rofl: gostei


#94

Bolas de gude, pipa, amarelinha…


#95

Gosto de Projetos porque antes, durante e depois é momento de aprendizado, os Pares trocam entre si e acabam por Pensar brincando. Qualquer coisa que se faça com Paixão torna-a mais instigante.
Projeto para mim oportuna todos os outros Ps.


#96

Eu me interesso por Projetos, principalmente pela oportunidade do professor se enquadrar no papel de mediador. Acredito que essa metodologia desenvolve a autonomia, a criatividade, o trabalho em equipe, a pró-atividade, além de permitir ao aluno a ampliação de seus conhecimentos através de pesquisas, garantindo um refinamento das mesmas, sob a orientação do professor.


#97

Todos são importantes, sem dúvida. Mas, recentemente, o P que vem tomando minha atenção é o de Pares. Aprender e criar em colaboração é cada vez mais importante num mundo que precisa de criatividade e inovação. Numa sociedade que historicamente estimula a competição e não a cooperação, desenvolver pessoas abertas a aprender e criar com os outros é um desafio.


#98

Definitivamente “pensar brincando”! Parece-me que o lúdico, a partir dos meus anos de experiência como professor de Português, cria raízes muito profundas nas melhores lembranças as crianças com quem trabalhei. É comum constatar que elas lembram muito pouco daquilo que ensinei enquanto técnica, nomentaclatura etc. Mas são absolutamente mobilizadas pelos padrões que criaram instintivamente nos momentos mais lúdicos das minhas aulas. Eu mesmo posso afirmar que muita preocupação com enganos que boa parte do conhecimento que tenho mais próximo adquiri em processos que pouco tinham a ver com o ensino formal. A grande mágica da descoberta, do ensino-aprendizagem sempre esteve na brincadeira, no brincar…!


#99

Pensar brincando realmente parece ser o mais interessantes pra mim. Como estou muito mergulhada no design, meu fluxo de pensamento é sempre meio maluquinho e transformá-lo em algo divertido tem me ajudado a aprender coisas novas e produzir mais. E eu realmente acredito que isso possa contribuir com os processos de aprendizagem de qualquer pessoa.


#100

O que mais me interessa é o P de projetos. Pois acho que aprendizagem por projeto algo riquíssimo e uma oportunidade gigante para encontramos soluções para muitos problemas. Mas o P que mais me intriga é o P da paixão. Porque fico muito curioso de que forma é possível atrelar a paixão com o resolução de problemas reais. Onde trabalho, estamos tentando desenvolver projetos com a paixão dos estudantes mas fico intrigado de como esses projetos ficam simples porque muitas vezes a paixão dos estudantes estão atreladas a falta de repertório deles. Gostaria muito que os projetos pudessem resolver problemas reais e se relacionassem com a paixão dos estudantes.