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[Semana 1 Atividade] Objetos da infância


#161

Olá!!!
Brinquei muito quando criança, mas sempre que penso em algum brinquedo que me marcou, falo de um fusca azul de plástico.
Foi muito difícil ganho-lo, ainda mais numa época em que meninas “tinham” que brincar com bonecas.
Com esse fusca pude criar caminhos, obstáculos e tudo que a imaginação me permitia… até hj lembro do delicioso barulho que ele fazia…
Brinquei muito também com pneus e bolinhas de gude…


#162

O objeto que marcou minha infância, ou melhor os objetos que marcaram minha infância foram, quebra- cabeça de 5000 peças, que montava por horas com meu irmão mais velho, (que fazia questão de embaralhar muito as peças, só para dificultar as coisas), lembro que depois de prontos colávamos e enquadrávamos, praticamente todos os nossos tios e os avós ganharam um quadro de quebra cabeças que montamos,tinha também um jogo chamado Detetive, que tínhamos que descobrir quem havia cometido um determinado crime, qual tipo de arma e em qual aposento da casa, a partir de pistas que recebíamos ao jogar dos dados e andarmos com os pinos sobre o tabuleiro…
E me lembro de uma kit que ganhei que era um laboratório de Química, meus olhos brilhavam ao ver os tubos de ensaio, a estante, os reagentes…
Como me influenciaram?
Graças a esses jogos e kit, desenvolvi um interesse pela área de exatas, lembro que no ensino fundamental as aulas que mais gostava eram as que apresentavam desafios: Matemática para conseguir chegar aos resultados corretos das expressões e equações, Ciências para pesquisar e propor explicações para os fatos observados e no Ensino Médio: Química; tanto que para decidir qual área seguiria na Universidade, não tive dúvida: Química, que é minha paixão…
Acredito que essa paixão por exatas foram influenciadas pelos jogos que brinquei, quando era pequena e penso que assim como eu muitos de meus alunos também descobrem suas “vocações” através de jogos e brincadeiras, mesmo sem se darem conta.


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#163

Também brincava com esse kit Laboratório de Química, era o meu favorito :smile:


#164

O brinquedo de infância que mais me marcou foram os quebra-cabeças. Nas férias, passava dias inteiros montando e ouvindo música! Gostava muito daquele primeiro momento em que todas as peças estavam embaralhadas e eu precisava encontrar formar de subdividir o desafio em grupos e ir concluindo etapa por etapa. Procurava desenvolver diferentes formas de organizar as peças e solucionar os encaixes, decifrar o encaixe entre os conjuntos de peças e aos poucos ir vendo surgir os desenhos era magnífico!
Comecei com quebras cabeças simples e fui ampliando o desafio até os de 5000 peças!!!
Jogos estilo quebra cabeça, como o “Cilada” também me encantavam!

Percebo que esses desafios me potencializaram na percepção dos detalhes, das nuances, me fizeram olhar cada elemento como parte de algo maior. Hoje, como ecobrinquedista, percebo que durante momentos de organização dos materiais , planejamento e mobilização de pessoas durante dinâmicas de grupo, consigo olhar as partes sem perder de vista o todo!

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#165

Concordo com você, Verônica. Quando estamos em atividade em grupo, sempre peço para os alunos colocarem músicas de que gostam. Às vezes, coloco as minhas também. Muito interessante essa troca…


#166

Boa tarde à todos!
Por muito tempo durante minha infância pensei ter alguma dificuldade de compreensão das coisas, pois nunca gostei de brincar com os brinquedos de forma “convencional”, geralmente eu desmontava tudo pra ver como funcionavam engrenagens e afins, quando não eram brinquedos que envolviam articulações e/ou mecânicas, eu desmontava apenas para fazer novos brinquedos mesclando as partes que eu dispunha ao desmembrar os existentes. Com o passar do tempo pude perceber que essa curiosidade aparente me levou a desenvolver um perfil muito bacana para estudar e aprender sempre mais, hoje não me vejo num mundo no qual eu fique estagnado no tempo. Mas enfim, a questão é que hoje, trabalhando com teatro, brinco muito mais do que na época que esperava-se tal atitude. Rsrsrs. Forte abraço!!!


#167

Meu objeto de infância, foi a máquina de costuras da minha avó, onde eu aprendi a costurar e quando estava sem uso, brincava no pedal, imaginando mil coisas, lógico que escondido dela e da minha mãe…o mecanismo de funcionamento me fascinava…


#168

Olá colegas,

Cheguei um pouco atrasada nesse fórum! Estou conseguindo fazer as leituras e ver os vídeos. Isso é uma vitória para mim. Fique refletindo sobre o objeto da minha infância… Como não tenho irmãos, passei a minha infância um pouco sozinha. Nunca gostei muito de bonecas ou casinha ou coisas de “meninas”. Para interagir com outras pessoas e sair de casa gostava de jogar bola, de andar de bicicleta. Esses objetos de davam uma sensação de liberdade, de que eu poderia sair daquele espaço da casa e tinha a sensação que poderia conquistar o mundo. Refletindo sobre isso, agora sei que esses objetos me ajudar muito a ser o que sou hoje, o que gosto… Muito legal pensar sobre essas questões.
@braço @fetuoso,
Elmara


#169

Olá Gabriela,

Não conheço este jogo. Quais são as regras?


#170

Por volta dos meus 3-4 anos de idade ganhei uma simples caixa de massinha de modelar. Para mim este foi o ponto inicial da minha paixão pelo universo criativo de imagens com cores!!!
Uma tia minha chegou e me disse: esse é o seu presente de aniversário. Embora fosse o meu dia especial de aniversário, todos os primos também ganharam suas caixas de massinha. Parece um coisa boba, mas o meu encantamento não era pelas possibilidades de modelagens, o que me atraía era justamente algo bem atípico; eu me desafiava a criar o maior !número possível de cores/tonalidades misturando as já existentes na caixa. lembro-me que eu sempre fui uma criança muito inquieta, mas ficar criando cores me deixava parada por horas, imaginando as quantidades para unir, as formas para escurecer, clarear e depois usar todos os tons na criação de imagens. Eu fazia cenas com as cores e a minha preocupação era causar sensações com elas. Esse percurso de estudo com as massinhas na minha infância me causou uma sensibilidade para a observação das cores e os efeitos visuais que podem causar. Passei a perceber efeitos de profundidade, sombreamento, distanciamento e tantos outros obtidos apenas com a ilusão causada pelo efeitos visuais de composição colorística. Ao entrar no Jardim de Infância eu tive uma professora que muito valorizou esse meu processo. Essa experiência me tomou e hoje sou uma apaixonada pela criação em artes visuais e pelas cores. É o que faço, o que ensino e o que me faz feliz!
massinha_presente


#171

Radio Amador

Xadrez

Nao consigo separar 1 objeto em especifico por que todos os 3 citados estao interligados no meu passado. Fui uma crianca meio que ping-pong, sempre estava sendo jogada de um canto para o outro. Era na casa do meu pai, mae ou avo. O que eu particularmente aproveite absurdamente pois eu nao me importave MESMO, pelo contrario, achava o maximo ter tantos ambientes diferentes pra experimentar. Como minha mae diz ate hoje “Rafael 'e filho de chocadeira”.

Eles sao importantes separadamente, mas acredito que me influenciaram profundamente.
O xadrez era o maior elo que eu tinha com meu pai. Ele adorava xadrez, e ate onde lembro, sempre joguei. Fosse acampando, ou em uma viagem de carro, ou em casa, sempre ele queria jogar comigo.

O painel do aviao e o radioamador sao influencia direto do meu avo, que era um curioso por natureza e explorador. Acho que minha inquietude em sempre estar pelo mundo, geralmente para criar novos lacos ou novas amizades vem dele. A aviacao hoje faz parte da minha vida, nao como um trabalho, mas algo que me encanta e me puxa sempre. O radio me trouxe para o que hoje me define como profissional, comunicador social.


#172

Lembro demais desses blocos e eu inclusive achava eles o MAXIMO. Lembro quando era bem pequeno, e foi a unica vez que moramos em uma casa (2 meses ±), ganhei um bocado desses blocos de madeira pintados. Um dia acordei, fui no quintal de casa e enchi o quintal, como uma cidade. Lembro de minha mae batendo uma foto pra guardar. Ate uns 6 anos atras acho que ainda tinha essa foto. ''E uma otima lembraca.


#173

Olá!
Confesso que tive que fazer um esforço para acessar as gavetinhas da minha infância e encontrar objetos que influenciaram na minha aprendizagem. Porém, quando encontrei um foi como se abrisse meu baú de brinquedos e recordações. Navegando ali e me dei conta que sempre tive objetos que me ligassem a comunicação. Pequena ainda eu tinha uma pasta cheia de papéis de carta que vivia trocando e utilizando para enviar cartas aos que moravam longe, mas também andava com um telefone quebrado, materiais de escritório, gravador… Muito dos meus brinquedos remetiam a falar em público, ensinar e com certeza esses eram os meus passatempos preferidos. Em uma cidade de 6 mil habitantes eu tinha um quintal inteiro com um latão que simulava meu carro (hahaha), uma lona que eu usava para montar sala de aula, as vezes escritório e acessório não faltava. Aos 15 anos eu comecei a dar aulas de teclado para crianças “de verdade”, transformei a sala dos meus pais numa sala de aula de verdade, e pelo jeito a vontade de ensinar só cresceu. A comunicação veio com o curso de Letras. Então hoje pude perceber que sim, trabalho na área que mais me encantou desde pequena!


#174

Olá
Quanto tinha aproximadamente 5 anos, fui a casa de parentes e me deparei com um brinquedo de meus primos, fiquei encantado, era um brinquedo de montar chamado “pinos mágicos” mal pude esperar para que meus pais o comprassem para mim, enquanto isso não via a hora de ir até a casa desses meu primos para brincar com os “pinos” basicamente montávamos e depois brincávamos com o que foi montado, um dia eram carros, no outros naves, microfones… Depois de montados a imaginação corria solta, em diversas aventuras, até hoje tenho uma caixa desse brinquedo e adoro montar com minha filha que hoje esta com 5 anos.

PINOS 3


#175

Também adorava desmontar coisas, até hoje minha mãe conta de um relógio despertador (como esse da foto) que desmontei, o detalhe é que o relógio estava funcionando e eu não consegui montar novamente.


#176

Dentre tantas brincadeiras um Objeto significativo que estava em muitas delas era o PAPEL!
Sim com Papel foi possível brincar de detetive, adedonha, pinturas, dobraduras, … Tantas coisas! Se tinha papel pra brincar a imaginação corria solta, tanto quando estava sozinha, com meu irmão ou amigos.


#177

O que marcou minha infância foi quando eu ganhei uma revistinha “bonecas de recortar”.

Era um modelo parecido com este acima.

A boneca tinha poucas opções de roupas, eu criava novos modelos, com peças de acordo com a estação.
Usava folha de caderno de desenho e canetinhas.

Esse processo de recriar foi e é muito importante no meu cotidiano,
Tento passar isso nos cursos de formação e para os meus filhos.


#178

Olá.
Eu também brinquei com os tabuleiros parecido com o que você apresentou. Jogava cartas com o meu avó.
Não gostava muito das brincadeiras de bola…tipo caçador.
Gostava mais dos jogos de estratégias.


#179

Eu também gostava de utilizar o papel:
Desenhava, fazia pipa, e roupas para bonecas!


#180

Olá Fernanda,
Eu me lembro do meu trator…também foi uma conquista!!
https://http2.mlstatic.com/antigo-plastico-bolha-trator-d-fazenda-suso-sideral-70s-D_NQ_NP_667911-MLB20667917048_042016-O.webp