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[Semana 1 Atividade] Objetos da infância


#121

Berlineta e Berlinetinha eu tive uma azul. Foi incrível e marcante.


#122

Lembro que gostava de escrever estórias, principalmente falando sobre natureza e de brincadeiras como: queima, jogo de bets, pega-pega, esconde-esconde e jogo volei ou qualquer esporte. Essas brincadeiras eram na rua onde morava e quase todas as noites brincávamos. A liberdade do brincar, faz o aprender acontecer.


#123

Oi, Ana Marcia! Eu também adorava as bonecas de papel e suas roupinhas. Passava horas arrumando e desenhando roupinhas para as minhas bonecas. :wink:


#124

A máquina de escrever foi um dos objetos que mais influenciou a minha infância. Pedi de presente de aniversário para os meus pais, pois meu sonho era escrever um livro. Até hoje eu gosto de escrever histórias e compartilhar na Internet, como um hobby.


#125

Nossa… Viajei com as postagens de vocês!!!
Tentei pensar no que me marcou, mas não consigo. Foram muitas brincadeiras, são muitas lembranças.

Me esforçando muito há uma primeira lembrança associada ao brincando de engenheiro e ao material dourado - provavelmente não utilizado só na escola. Mas é uma lembrança enevoada… Nem sei se era meu… :smile:
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Depois disso vêm fáceis as brincadeiras com meu irmão usando qualquer coisa, como tabuleiro de damas ou outro jogo, a ser transformada em ruas de uma cidade para brincarmos com os carrinhos dele.

Havia o Playmobil, as horas de brincadeira de banco com os blocos de depósito de cheques do Bradesco (tinha um na frente de casa), fazer comidinha usando qualquer coisa da cozinha, as brincadeiras de dar aula de literatura (sou prof de matemática! :grin:). As brincadeiras coletivas de pique esconde, pega ou bandeira, bolinha de gude, polícia e ladrão… Afff!

Ainda tinha as Barbies (já de cabelos cortados, óbvio) que usava como justificativa para montar casas. Usava todos os cintos e lenços encontrados na casa para fazer o que deveria ser a casa delas, ou melhor, a planta baixa da casa. Pense aí em tamanhos de casa! A maior ficou do tamanho do quarto e foi desmontada assim que terminei, minha mãe queria um cinto e ficou fula com a zona que fiz! Qualquer coisa era mesa, cadeira, pia, piscina, cama… Quando terminava de montar a casa, perdia a graça da brincadeira. Depois disso ainda fiquei anos rabiscando uns croquis e olhando os classificados de domingo procurando croquis de novos edifícios - cheguei a ganhar um escalímetro que nem sabia como usava… Tenho ele até hoje!! :smiley:


#126

Olá Pessoal

Nesta retrospectiva fiquei pensando em quais objetos poderiam ser mais significativos. Nos primeiros momentos não consegui pensar em muitos. Mas, os primeiros que vem a cabeça são sempre os melhores.
Os primeiro são estes blocos, que acredito, muita gente deve ter brincado.
Acredito que me ajudaram a pensar criativamente hoje pois, os utilizava para criar diferentes cidades e criar estórias com este cenário e com carrinhos de brinquedo.
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Outros objetos, um pouco, inusitados que eu lembro até hoje são estes próximos:


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Com o roupão e a espada criei muitas aventuras épicas. O roupão servia hora como capa, hora como a casaca de um lord ou de um pirata. Para finalizar um sofá servia de barco ou carroça.

Foram dias memoráveis.


#127

Olá Olga,
Vamos conversar? Estou organizando o site Origami.club e seria ótimo criar uma área especial para Aprendizagem Criativa com Origami.
Abraços,
Marcio Okabe


#128

Lembro-me dos banhos de bacia no quintal de casa quando tinhas uns 4 anos, eu ficava no quartil com a mangueira e uma bacia e ali criava mil estórias!


#129

Quando lembro da minha infância lembro de muitas brincadeiras. Brincava muito com bonecas, fazíamos casinhas, comidinhas. Digo brincávamos porque eu dividi minha infância com mais duas irmãs, pois, temos idade próxima. Me lembro também que adorava ouvi histórias, os famosos contos de fadas. Adorava ir pra casa do meu avô, pois ele sempre gostava de brincar juntamente com gente de dominó e baralho. Era demais!!O-Meu-Grande-Livro-de-Contos-de-Fadasboneca


#130

Numa conversa de bastidores o @leoburd disse que também brincou com carrinho de rolimã e indagou-me:

  • Qual seria o equivalente para as crianças de hoje? Será que elas constroem algo parecido?

Pensei bastante para responder…

Mas, “acho” que as crianças de hoje “não” constroem nada parecido com os carrinhos de rolimã.
Precisamos ponderar algumas coisas… A primeira delas é a falta de segurança em relação ao volume de carros que trafegam pelas ruas hoje em dia. A segunda coisa é a falta de segurança que os pais sentem ao deixarem os filhos brincarem na rua.

O que mais se aproxima dessas aventuras, talvez seja a utilização dos skates, mas a construção do objeto não é a mesma coisa. Em relação ao skate, veremos que eles compram shapes, eixos, rodinhas, stickers e adevisos, mas tudo isso é industrializado, só precisam montar os objetos, não precisam se preocupar com o design, as funcionalidades, etc.

Já aqueles que construíam um carrinho de rolimã (nós, sobreviventes de uma outra era), se envolviam com muitos aspectos da construção do objeto: tipo de madeira, engenharia avançada para o eixo de direção, tamanho das rolimãs (traseira e dianteira), pintura, super freios avançados (guardavamos as havianas velhas para pregarmos no apoio dos pés).

Acho que é isso… O que vocês acham? :slight_smile:


#131

Olá!

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Não posso pensar na minha infância sem lembrar de dois jogos que eu adorava - Polyopticon e Alquimia. Com eles, eu criava meu próprio laboratório de pesquisa e testava absolutamente tudo que encontrava… em casa, no quintal, na escola… sem dúvida, marcou meu gosto por aprender e descobrir coisas novas!

Lia


#132

Lembram-se das “cincos marias”?
saquinhos

O jogo de saquinhos, também conhecido como brincadeira dos saquinhos.
Lembro-me de jogar em roda com as amigas.
Como positivo, resgatei, que minha mãe com tecido e máquina de costura fazia os saquinhos, e nós, crianças, colocávamos arroz e terminávamos de costurar, ou seja, fabricávamos os nossos brinquedos!!! Lembrei do meu irmão construindo pipa e carrinho de rolemã.

Especial: brincávamos em grupo e fabricávamos os nossos brinquedos.

Sendo um jogo, com regras, etapas e desafios, contribuiu para a minha motivação, confiança e auto-estima, além de, ter proporcionado a troca e a aprendizagem de brincar em grupo.

Enfim, tempo bom de infância…muitas aprendizagens. Como resgatar isso? Fica aqui uma reflexão para nós!
Abs, Luciane.


#133

Uma das minhas memórias criativas mais antigas gira em torno do aparelho representado abaixo:

Foram horas e horas “gastas” aprendendo a sincronizar a gravação com o rádio, fazendo edições de músicas, inserções da minha própria voz, criando “mix tapes” das mais variadas, programas de rádio fictícios, radionovelas, enfim, exercitando toda a criatividade que as crianças tem de sobra. Trago comigo esse gosto por gravação e edição de áudio, música em geral, o que se reflete no continuo aprendizado de instrumentos e técnicas de gravação. Posso dizer que esse é o meu hobbie mais antigo.

Acredito que até hoje tenho mais ou menos o mesmo caráter de aprendizado: insistência, esforço individual, dedicação e um senso de realização muito grande com a materialização do projeto. Que saudade!!!


#134

Olá @sandrogregoli, tudo bem?

Concordo contigo. As crianças de hoje, pelo menos nas grandes metrópoles, não ficam brincando na rua. Isso já limita um bocado a construção de coisas, como carrinhos de rolimã, em parte porque fará sujeira (que as mães não querem), em parte porque podem incomodar vizinhos (muitas crianças hoje moram em prédios - martelar pregos, furar, etc. têm grande potencial de gerar reclamações de outros condôminos).

Criança em cidade grande tem brincado no condomínio em que mora de capturar pokémon com celular nas áreas comuns. Muito bacana, mas foi febre que passou rápido, pois já não as vejo brincarem disso no prédio onde moro. As crianças gostam de jogos, principalmente de computador, talvez jogos baseados em tabuleiros, e uma ou outra coisa mais.

Jogar bola na rua, empinar pipa, andar de rolimã e bicicleta são atividades mais praticadas por crianças nas periferias ou em cidades pequenas do interior, onde estar na rua e ter contato com a natureza são privilégios ainda preservados.

Será que a aprendizagem criativa pode mudar esse estado de coisas nas crianças dos grandes centros urbanos?

Abraços!


#135

Olá @Alexandre, tudo bom? Concordo, esse era um brinquedo versátil, pois o planejamento e a construção do brinquedo faziam parte da brincadeira. Quase tudo era possível, dependia de nossa criatividade e disposição inventar um brinquedo novo.

Abraços!


#136

Na minha infância gostava de brincar na rua de pique esconde, fita, bandeirinha, entre outras. Quando reunia com minhas amigas montávamos a casa da Barbie, as caixinhas de fósforo viravam móveis e imaginávamos que fazíamos comida. Era muito divertido fantasiar todas essas coisas. Tenho saudade da época em que não havia problemas, mas diversão e paixão no que fazíamos.

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#137

Que saudades do “risca e aparece”!!! Delícia de lembrança!


#138

Oi @Roberto, acho que música sempre me moveu também e é engraçado que me move até hoje. Acredita que produzo (artigos, textos e outros) ouvindo música? Também curto atividades musicais com os alunos, é bem prazeroso.

Abraços
Verônica


#139

Eu me lembro de ficar deitado no parque do Jardim de infância vendo o efeito ótico dos prédios quando as nuvens passavam sobre eles, como se estivessem se movimentando.

(imagem ilustrativa)

Também me lembro de uma apresentação de teatro onde tinham atores fantasiados de lipideos e outros componentes dos alimentos.


#140

Oi @sandrogregoli, é bem por aí. A gente fica dividido nesta tarefa de memórias agradáveis e ser pais. Eu fui menina moleque (minha pernas, nada femininas, carregam as cicatrizes de uma infância muito feliz) e experimentei de tudo, de brincar de boneca a descer de carrinho de rolimã ladeira abaixo torcendo para o protótipo de freio (inventado) funcionar. Tinha muita coisa em jogo, de liberdade a responsabilidade, de criação a negociação…muito mesmo.

Hoje sou mãe de dois “moleques” e queria que eles vivessem estas experiências, mas a realidade é outra (e olha que eles até fizeram bastante, soltaram pipas, jogaram bola na rua…) mas não é a mesma coisa e como você bem ponderou, não tem como ser, infelizmente.

Mas, quem sabe não encontramos alternativas para proporcionar algumas das experiências para os nossos alunos, filhos e assim por diante?

Abraços
Verônica