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[Semana 1 Atividade] Objetos da infância


#61

Ola Sobreira .
As caixas de papelão fazem sucesso até hoje. Meu filho de 6 anos, adora quando chega uma, principalmente as grandonas.

Adorava tb este jogo que vc citou!


#62

Excelente lembrança, Sandro!
Peguei várias caronas com meu irmão no carrinho de rolimã que ele construiu.

Tempo bom que não volta!


#63

Nossa @Ricardo_Nogueira eu tinha um kit desses tb! Era sensacional !


#64

Oi @roberto15 oberto15 . Eu tinha uma escavadeira destas. Era o máximo.
Esta sendo ótimo relembrar brinquedos que havia esquecido, mas estão guardadas lá no fundo da minha memória.


#65

Para mim, as primeiras recordações que marcaram a minha infância foram kits de ciência e microscópio.
Colocava tudo no microscópio para observar e descobrir que há um mundo enorme de coisas que a olho nu nos são invisíveis.
Reações quimicas simples que fazem mudar de cor, gelo seco, laminas de ferro sobre um papel e um imã embaixo para ver o campo magnético.
Estas descobertas sempre me fascinaram.

Não posso deixar de citar o programa do Daniel Azulai que ensinava a desenhar e fazer brinquedos e experimentos com sucata e materiais básicos.


#66

Pois é, Rogério, esse brinquedinho mexia com a minha cabeça! :smile:


#67

Minha infância foi nos anos 80, época em que as crianças brincavam muito umas com as outras, interagiam na rua, em casa, com brinquedos não automáticos, em que nós precisávamos interagir com ele e uns com os outros. Lembro muito de brincar com jogos de mesa: baralho, dominó, banco imobiliarío, detetive. Também tinha o dia do brinquedo na escola e lembro que uma amiguinha levou um trenzinho com uns disquinhos que andava e tocava a música… nunca achei para comprar para os meus fillhos… sabem? kkkk!!!
Parecido com esse:

Também andava muito de bicicleta. Amava! E tive que aprender a andar sem rodinhas. No local onde minha mae comprou não tinha mais os modelos com rodinha.
Muitos gibis, muita música do rádio, muito parque!
Amei minha infância!


#68

espigas de milho
Selecionei 3 “objetos” da minha Infância. Podem parecer estranhos, mas foram muito significativos e inesquecíveis, por mais simples que sejam.

  1. Espigas de Milho: o que dizer dos diálogos que eu realizava entre as espigas de milho ainda no pé. Eram histórias mirabolantes que eu criava e/ou revivia por meio das minhas “bonecas de cabelo ruivo”. Elas conversavam entre si na minha imaginação. Elas externavam o que eu pensava, desejava, além das divergências e incoerências que eu tinha por meio de diálogos, casos e aventuras. Após a realização do meu “para casa”, essa brincadeira preenchia boa parte da minha manhã.

fusquinha
2. Outra brincadeira que eu amava era criar estradinhas no quintal de casa, respeitando as frestas do cimento, os formigueiros, criando cachoeiras imaginárias nos barrancos de terra. Nesse minimundo eu criava arranha-céus, pontes, viadutos, cabanas, túneis. Isso tudo, “dirigindo” meu fusquinha de plástico vermelho, como esse aí da foto. Quando se é criança, é muito fácil se divertir com pouco e a criatividade é quase que necessária. A cabeça fica a mil por hora!!! :slight_smile:


3. Na medida que fui crescendo, o objeto era um papel, lápis e borracha. Nesse papel eu criava casas, apartamentos, objetos de decoração, jardins, piscinas, etc. Quase todos os dias eu tinha uma nova casa na cabeça, um novo projeto aprimorado. Isso com 12 anos de idade. Isso me trouxe uma boa visão espacial, pois usava escala, sem saber o que era escala, mas usava a fita métrica da minha mãe e minha régua de 30 cm para dar mais realidade aos cômodos, ao tamanho das janelas, portas e móveis.
Fazia contas, media os cômodos da casa dos meus pais para verificar se eu os queria maiores ou menores no meu projeto. Aproveitava o que gostava e mudava o que eu achava que seria mais confortável.
Adorava fazer isso e, se tivesse, mas tempo de folga hoje, acho que continuaria a fazer esses croquis (plantas baixas) até hoje.


#69

Minha infância foi cheia de influencias, meu avô, carpinteiro, (falecido quando eu tinha 7 anos) e depois meu pai (alfaiate) me deixavam brincar com suas ferramentas de carpintaria para construir “coisas” para brincar, entendi desde cedo que podia criar…

Depois, um pouquinho mais velho, ganhei um Hering Rast, muitas peças, muitas… muitas possibilidades…

o terceiro marco foi próximos dos 11, 12 anos… quando descobri através de meu irmão do meio (14 anos mais velho), que existia a eletrônica… nesta época… no inicio dos anos 80, um nome marcou Newton C. Braga e seus projetos…

Estava definido… eu seria um fuçador.


#70


Que delícia de tarefa!
Adorei relembrar e pesquisar imagens! Confesso que tenho uma boa memória olfativa, então a cada imagem parece que sinto até o cheiro das coisas rsrs…
Brinquei muito de casinha, de fazer comidinha, de trocar as roupas das bonecas, inclusive de papel, li muito gibi (aprendi a ler sozinha, antes mesmo de ingressar na pré escola, sempre gostei de ler), o que me fez viajar a muitos lugares e conhecer muitas personagens (quando cheguei na pré-adolescencia li quase toda coleção disponível de Agatha Christie!).
Também subi muito em árvores, era a prima magrela, tipo Olivia Palito, e sempre subia tranquila para comer as ameixas mais doces lá de cima!
A foto abaixo foi de quando mandei restaurar duas bonecas importantes na minha história: a preguicinha, que foi a primeira boneca de “marca” que tive na vida, e a Bilu Bilu, que foi a última! Quando completei dez anos de idade e a ganhei, uma semana depois ganhei um irmão! Como ele chegou de surpresa em nossa família (filho adotivo), não tínhamos preparado nada… adivinha onde ele dormia? Na caixa da boneca!!!


#71

Mais um picado pelo bichinho Hering Rasti!


#72

Minha irmã tinha essas bonequinhas de papel que você postou. Bateu nostalgia! Obrigado por compartilhar essa lembrança, me fez recordar bons momentos!


#73

Olá a todos. E eu que comecei achando que não iria conseguir destacar nenhum em especial … depois fiquei na dúvida na hora de selecionar. Foi só abrir a tampa do baú e vascular as memórias da infância.
Acho que tive meu lado menininha abastecido com a turma das Fofoletes. O romantismo ficava por conta das cartas que nunca escrevi pois os papéis de carta eram simplesmente maravilhosos. Trocar papel de carta entre as amigas era uma deliciosa forma de socialização.
Pular elástico era uma brincadeira que se estendia por todo o pátio do colégio e ficávamos como garças, saltando no ar. E o bom era que podíamos treinar em casa, pois tinha aquelas cadeiras perfeitas, já com as marcações das posições. Eu e minhas irmãs adorávamos brincar no quarto tb (quando minha mãe não estava em casa).
A tecnologia invadiu cedo nossa casa quando papai comprou o Gênius e ficávamos hipnotizados na busca da sequência perfeita. Depois veio a mágica do Speak and Spell e o Merlin que me ensinavam inglês (e outras coisas que nem me lembro) de maneira divertida e original para a época.
Não poderia deixar de homenagear a 1ª câmera que ganhei. Numa época de registros escassos, entre algumas fotos borradas, aquele barulinho ('TLEC") significava que o momento seria guardado para sempre.


#74

Interessante reflexão…

Ao ler o texto de Papert falando das engrenagens que marcaram tão fortemente sua infância, fiquei forçando as recordações em busca de algo ( concreto, material) que para mim tivesse essa reciprocidade. Não me lembro de nada , nenhum objeto ou jogo que me despertasse esse sentimento.
As recordações de minha infância são feitas das leituras realizadas. Eu era uma criança muito tímida para amizades e dessa forma me realizava em frequentar a biblioteca da escola e ‘devorar’ livros de literatura. Li toda a coleção de Monteiro Lobato. A minha imaginação era enorme ao viajar nas páginas dos livros. Acredito que isso influenciou a minha vida de tal forma que quando adulta optei pela licenciatura em Letras. :star_struck:

image


#75

Olá pessoal,
Quando criança meus irmãos e eu ganhamos um livro de origami (dobraduras). Fazíamos muitas coisas como jogo do resta um, chinelos de jornal, aviões, animais, máscaras, barcos, bonecos, roupas etc. Lembro que nos dias de chuva era nosso brinquedo preferido construir algo do livro ou o que desse na imaginação.


#76

Oi @daianevieira e é isso que queremos recuperar nos alunos, o que fazia parte do nosso dia a dia e colaborou em tantas áreas em nossa formação.


#77

Oi @rchinen, sabe que meu filho mais novo tem uma enorme paixão por essas coisa? As vezes tenho que tomar cuidado com tanta curiosidade, pois eles sai juntando as coisas e aprontando. Acho que iria adorar um microscópio.


#78

Essa não é muito difícil para mim porque eu tenho esse objeto comigo até hoje. Quando eu tinha uns 8 anos de idade meu pai comprou para a família esta câmera fotográfica que da foto. Aquele dispositivo de produzir imagens chamou a minha atenção imediatamente. Até então eu só produzia imagens recortando revistas e montando colagens. Eu estava proibida de mexer na máquina, o que só aguçou a minha curiosidade. A câmera não tinha muitas funções. Mesmo assim, quando ninguém estava olhando eu abria a caixa para girar o anel que mudava as funções, puxar o dispositivo de avanço do filme e disparar o flash. Aquilo despertou o meu interesse e a minha paixão pela fotografia. Aos 11 anos já era a fotógrafa da família, umas das poucas que conseguia mexer na câmera e fazer boas fotografias sem desperdiçar filme. Nunca mais parei de fotografar ou de estudar fotografia. Hoje tenho diversos dispositivos para produzir imagens.


#79

Meu Deus! Também fiz! :heart_eyes:


#80

cartinha1
Eu tinha o sonho de ser escritor adorava escrever cartinhas para as pessoas que convivia comigo…
Bons tempos!