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[Semana 1 Atividade] Objetos da infância


#41

Nossa, eu também brincava disso. É uma coisa bem “Toy Story”. Eu e meus amigos utilizávamos qualquer objeto que fosse necessário para criar as “bases” dos personagens, onde eles se reuniam para enfrentar os inimigos.

A gente ia montando a base com peças de eletrônicos, outros brinquedos, caixas de madeira e etc. Paralelamente criávamos as histórias de cada personagem… era muito divertido!

Acredito que quando somos crianças temos a tendencia a olhar tudo como se fosse um brinquedo. Olhamos e pensamos: como posso brincar com isso?

Como professor, posso dizer que ter esse olhar nas aulas faz uma grande diferença!


#42

Infelizmente não me lembro de nada do meu jardim de infância.

Porém sempre fui amente de video-games. Me lembro do dia que mudou minha vida.
Eu tinha uns 6 ou 7 anos, e tinha acabado de ganhar meu primeiro video-game - um Super Nintendo!

Para um pequeno nerd, como eu, era quase a oitava maravilha do mundo. Me lembro de estar jogando esse jogo aqui: Mario is Missing

Conforme eu jogava, ficava pensando: “poxa, eu queria ir até aqueles prédios lá no fundo, mas não consigo”. Me lembro de ter tentado de tudo, mas o jogo não permitia isso. Foi quando pensei: “Quando crescer eu vou virar um criador de jogos, e vou criar um jogo que eu possa ir em qualquer lugar que eu quiser!”

Sempre levei isso muito a serio. Na verdade, vivi toda minha vida com esse objetivo. Já no colegial, enquanto todos arrancavam os cabelos decidindo qual curso fazer, eu estava tranquilo. Sabia que, para aprender a desenvolver jogos, deveria cursar Ciência da Computação.

Durante a faculdade, me especializei em games. Meu TCC foi um jogo. Me dediquei tanto ao TCC que ganhei uma premiação num evento em Brasilia, onde conheci um cara que precisava de um programador para o seu jogo. Resultado: me mudei para São Paulo e trabalhei durante quatro anos como programador de games, até descobrir que ensinar a criar jogos é mais legal do que apenas desenvolve-los.


#43

Exato, qualquer material que fosse podia ser adaptado para criar o cenário! Latas de tinta, caixas de sapato, ou até mesmo o sapato! Essa sua frase de que quando somos crianças tendemos a olhar tudo como se fosse um brinquedo é uma grande verdade! hehe :slight_smile:


#44

Ao refletir, vieram em minhas lembranças os lápis de cor, os papeis, as canetinhas e até as bonecas. Mas acho que nada me marcou tanto quanto jogar videogame. Minha irmã e eu até gostávamos do bom e velho telejogo do meu pai, mas quem ganhou nossa atenção e foi o gatilho para diversos outros interesses e modos de aprendizagem que percebo em mim até hoje foi o Atari. De lá para cá, sucederam-se várias plataformas as quais apenas aumentaram o gosto e a alegria pelos jogos, seus processos criativos, seus enredos, suas trilhas sonoras… sem dúvidas, videogames em geral e o Atari, em especial, são minha resposta à esta atividade.


#45

Interessante o texto. A minha história é idêntica a do autor. Não no aspecto de engrenagens, mas em objetos que de locomoção em geral.
Como tive uma infância muito pobre, eu e meus irmãos construímos nossos próprios brinquedos. Utilizávamos latas, madeira e chinelo de borracha para montar nossa frota, automóveis, ônibus, caminhãozinho e trens.
Por coincidência ou destino acabei encontrando na robótica educacional a continuação do sonho. Pude realizar junto com meus alunos vários projetos que aliam a prática pedagógica ao lazer e ao conhecimento científico, construindo robôs com programação via Arduino. Aprendi muito sobre engenharias elétricas, mecânicas e de automação juntamente com meus alunos.
Foi uma experiência única.


#46

Quando tinha 6 anos, meu tio paterno veio para o Brasil em busca do irmão (meu pai) fugindo da guerra civil em Angola, na década de 70. Foi ele quem me deu de presente o brinquedo que mais marcou minha infância: um Hering Rasti Multibox 800, um brinquedo parecido com o Lego. Na caixa vinham diversas peças plásticas coloridas de encaixe, bem como diversos acessórios como portas, janelas, grades, rodas com pneus e até um kit extra com motor elétrico.

Hering Rasti Multibox 800

Montava carrinhos, casas e o que mais a imaginação permitisse. Aquela caixa era um verdadeiro tesouro de possibilidades! Muito sofri ao me desfazer dela. Quando minha sobrinha fez 6 anos, comprei um Rasti 1200 para ela. Uma frustração! Ela não consegue se interessar e brincar com ele. Isso me fez ver que um mesmo brinquedo não exerce a mesma influência para todas as crianças.


#47

Na minha infância adorava brincar de playmobil, ganhava sempre no meu aniversário, minha imaginação ia longe com os diversos cenários que inventava…

https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&ved=0ahUKEwjy07jOi_3WAhWJipAKHU1SDQYQjRwIBw&url=https%3A%2F%2Fproduto.mercadolivre.com.br%2FMLB-913450309-playmobil-kit-com-5-bonecos-pronta-entrega-play-mobil-_JM&psig=AOvVaw1d7YRvCqWY84eDubW43YvP&ust=1508516355842070


#48

Concordo, vmizobuti, nós transformávamos tudo em brinquedo.

Meus pais não tinham muitas condições financeiras para comprar brinquedos para mim, então, criava minha brincadeiras. A maioria junto com as meninas que moravam na mesma rua em que eu morava.

Mas o que eu mais gostava era de dar aula para objetos, bonecas ou para as minhas amigas. Brincar de escolinha era minha paixão… é até hoje… rsrs


#49

Eu poderia escolher o Lego, mas como já colocaram, colocarei outros dois que me davam prazer semelhante. Quando eu pensava em algo legal, pensava nisso:

e nisso também

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#50

Pessoal,

Quando penso na minha infância me lembro de muitas coisas, principalmente que morava em SP e conseguia brincar na rua, mas também penso nas brincadeiras que mais gostava!

Boneca:
Adora inventar histórias com minhas bonecas e até pouco tempo atrás ainda tinha a Gui gui, a minha favorita.

Panelinhas:
Adorava criar receitas com arroz e tangerinas… na verdade com tudo que a minha tia liberasse para cozinharmos de verdade!

Pipa:
Eu eu meus primos fazíamos os pipas e nos divertíamos correndo pela rua!

Bicicleta:
Quando mudei, ganhei uma e com ela passei a conhecer melhor meu novo bairro.

Realmente tive uma infância muito privilegiada!

#saudades

Karen Andrade


#51

Um dos objetos que mais gostei e me influenciou, foi o Lego… passava horas montando diversos objetos. Eu podia criar o que quisesse e vivia sonhando com novas alternativas, criações! Acredito que o Lego tenha influenciado o meu desejo pela criatividade.


#52

Meu objeto de infância pode parecer estereotipado, americanizado, e um monte de ados… Mas, foi a Barbie! Foi pela Barbie que aprendi a ler e escrever e por ela que eu passei horas e horas criando histórias, vivendo os mais diversos papéis, construindo casas, engenhocas, objetos, etc. Eu cortava o cabelo, costurava roupas, fazia vestidos de tricô, criava histórias fantásticas, acendia fogueira para ela dançar em volta, e tantas e tantas outras coisas mais. A Barbie era um mundo de invenções e possibilidades para mim! Sozinha ou com amigos, era com a minha coleção de bonecas que eu construi/projetei/inventei/investiguei meu interesse pelas pessoas, suas histórias, sua vida!


#53

Boa tarde amigos da comunidade!

Na minha infância brincávamos com tampinhas de garrafas e pequenos azulejos encontrados em algumas construções perto da minha casa, nós imaginávamos a construção de casas e sempre acontecia uma nova ideia para construir casinhas de forma lúdica.

Um abraço e bom curso a todos!


#54

Na minha infância eu gostava de criar meus próprios brinquedos, utilizando madeira, lata de azeite, tampinhas de garrafa, pregos. Mas o brinquedo que mais me impressionou nessa época foi a criação de uma carregadeira de areia. Onde utilizei uma lata de azeite para fazer a carregadeira, madeira para fazer a estrutura e barbante para movimentar a carregadeira. Além da tampinhas de garrafa de refrigerante para fazer as rodas, as vezes fazia também de madeira. Mas o que mais me marcou na minha infância foi quando eu ganhei uma escavadeira de meu pai, igual a essa da imagem.


#55

Eu não constumo ligar muito pra objetos, eu normalmente levo numa boa se eles quebram, mas eu sei que uma das poucas coisas que vão me deixar triste quando eventualmente pararem de ligar é o velho Nintendo 64.

Com trocadilho, ele teve fases: foi o principal elo, dos 9 aos 13 anos, com o meu melhor amigo na época, e aquele entretenimento bastava para que passássemos tardes inteiras juntos, tentando decifrar as histórias com nosso inglês de quem mal se aventurava no português. Dos 14 até a época que ‘deixei de ser besta e achar que ser criança era ruim’, ele ficou meio parado, jogado pelos cantos, mas mesmo assim conheceu meus amigos mais íntimos – pra que eu não tinha vergonha de mostrar aquele “brinquedo”. E assim como meus fichários, livros infantis e revistas em quadrinho, ele foi resgatado no mar de lembranças assim que bateu a nostalgia que acompanha o fim da adolescência. O 64 foi fiel, e aguardou inteiro, funcionando, o meu retorno – como o último filme do Toy Story. Descobri que várias coisas que eu achava impossíveis quando eu era menor, as fases mais difíceis dos jogos, eram simples, bastava ler e um pouco de coordenação. Foi uma forma de ver como se cresce. Não acho que essa geringonça tecnológica, cheia de personalidade, seja apenas um bibelô. Enquanto marca de uma geração, ele povoou lares no mundo inteiro, trazendo jovens para dividir os sofás e os controles. Seu carisma vinha em parte da dificuldade de fazê-lo funcionar, assoprar o cartucho (que é quase tão datado quanto virar o disco da vitrola). Serve também para lembrar de não menosprezar aqueles que estão crescendo hoje com os dedinhos no tablet, porque, bem, as mídias mudam, mas todas criam histórias na vida das crianças


#56

Não me lembro de ter um único objeto que influenciasse meu aprendizado.

Acho que tive muitas fontes de influência e de aprendizado, pois me lembro de me apaixonar e também aprender com revistas em quadrinhos, desenhos animados, séries de TV (como Star Trek), jogos dos mais diversos (tais como dama, xadrez, ludo, banco imobiliário, War e vários jogos de baralho), ping-pong, bicicleta, etc. A lista parece não ter fim.

Tenho certeza que tudo isso influenciou meu aprendizado, pois até hoje meus interesses são múltiplos e as fontes de aprendizado são diversas.


#57

Relembrar um pouco da minha infância é sempre um momento agradável. Então, minha infância tem total influência sobre a minha construção como ser descobridor, os meus objetos de infância se resumem em muita criatividade, os poucos recursos me propuseram a criar com sucatas maneiras divertidas e curiosas, além de estimular a imaginação constantemente.


#58

Não sei identificar com precisão qual brinquedo mais marcou minha infância.

Aí vai um que esteve muito presente em minha vida:

image
*Eu morava numa rua que é uma ladeira :wink:


#59

@sandrogregoli que bacana!!! Apesar deste brinquedo ter sido usado muito pelos meninos, eu fui uma das felizardas a participar das competições de carrinho de rolimã na vila em que morei… nossa que lembrança agradável… inclusive minha perna tem até hoje um sinal que jamais fará eu me esquecer do quanto fui moleca … bom demais!


#60

Show… Que bacana!
Adorava quando era possível pintar.
Ah… E sempre tinha os colegas que inovavam construindo bancos e aerofólios.