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[Semana 1 Atividade] Objetos da infância


#21

adorava estas canetinhas …


#22

Eu adorava brincar na rua de pega- pega, esconde-esconde, com o patins e com o carrinho de lomba do meu irmão. Quando a brincadeira era dentro de casa aí me divertia com minhas Susis ( bonecas), playmobil, bonecas de papel, com as panelinhas, curtia muito brincar de dona de casa kkkk e mamãe, instinto maternal já estava bem aflorado. As brincadeiras eram de pares, em grupos ou sozinha, tudo era diversão.


#23

Olá, eu adorava brincar com elásticos, com os pés ou com as mãos, brincava com as amigas e quando estava sozinha usava objetos como cadeiras para poder praticar sozinha


#24

Minha infância teve minha mãe como uma pessoa incansável por me estimular. Ela me alfabetizou e aos meus irmãos. Utilizou mapas, letrinhas como personagens de fantoches, pecinhas teatrais com lanchinhos de verdade para brincar, entre tantas outras atividades paulofreireanas. Morávamos nos Paraguai e os invernos muito rigorosos nos prendiam em casa. Nossas tardes eram recheadas com muita chuva e ficávamos espalhados na sala com ela ouvindo em disquinhos coloridos de vinil aquelas histórias da literatura infantil e dos clássicos contos. Ouvíamos e fantasiávamos as unidades literárias todas: protagonistas, antagonistas, cenários, temporalidade, clímax, ambientalizações. Será que serviu de berço para minha formação acadêmica? Certamente.


#25

Eu não tinha um objeto único na minha infância, mas tinha algo que eu fazia com os objetos que não eram brinquedos, eu transformava tudo em brinquedo.
Minha avó tinha alguns enfeites de estante que usava nas minhas brincadeiras, ela também juntava algumas roupas para doação que eu transformava em figurinos, gostava de pegar os perfumes da minha mãe, para que ele se transformassem personagens das minhas histórias. Também com muita frequência usavam materiais recicláveis para transformar nos móveis da minha casa de bonecas. Minha avó tinha uma máquina de costura antiga que virava um carro.
E também me lembro que nenhuma dessas experiências foram incentivados pela escola ou por meus familiares. Era uma coisa minha…
Percebo a importância dessas experiências hoje na minha vida adulta, me tornei uma pessoa com facilidade para resolver problemas, desenvolveu bastante a minha criatividade.


#26

Buenas,

Minhas experiências são menos cronológicas e mais sensoriais. Não sei exatamente a data em que aconteceram. Então, não tem nenhum objeto com essa força das engrenagens, mas várias situações de objetos. Uma caixa de geladeira que virou casa, um caminhão de brinquedo com a inscrição “sabendo usar não vai faltar”, que eu desmontei todo para ver o que tinha dentro e usei para outras coisas. O brinquedo de montar “meu pequeno engenheiro” que existe até hoje.
Mas enfim, o que me trouxe um mundo de ideias foi a coleção do Manual do escoteiro mirim. me fez inventar receitas, códigos secretos, magicas e muita coisa legal. ele me abastecia de coisas novas.

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#27

nossa, fiz muito isso.


#28

Meus pais trabalhavam e eu como irmã mais velha, 9 anos, tinha que tomar conta do meu irmão Luiz, 7 anos. E ele gostava de jogar bolinha de gude. Morávamos em um bairro com rua de terra. Meu irmão me ensinou a jogar. E eu fiquei craque. As bolinhas de vidro eram lindas! Tínhamos várias e de tamanhos diferentes. O que aprendi:

  • desenhar formas geométricas para alinhá-las
  • cavar buracos os quais chamávamos de box
  • criar estratégia para conseguir, em uma única jogada, atingir o maior número de bolinhas
  • colecionar, competir, ganhar e perder
  • soprar a bolinha antes de jogar (para dar sorte)
  • concentração
  • e… com certeza estar com crianças do bairro brincando na rua

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#29

Acredito que um dos primeiros desafios em nossa infância seria o aprender a andar de bicicleta. Eu tinha uns 5 anos quando ganhei uma dessas. Tive muitos outros este modelo de bicicleta, porém este foi a que mais me marcou, por ser a que aprendia a andar de bicicleta rompendo como os meus medos, limitações e dificuldades iniciais de qualquer criança frente aos desafios.


#30

Fiquei tão feliz quando ganhei minhas canetinhas!!! Meus cadernos eram exageradamente decorados! Saudade!


#31

Oi Veronica…
Não apenas caixas, mas qualquer objeto que estivesse ao meu dispor. Era bastante criativa, construia os móveis da casa, carrinhos e os próprios bonequinhos para brincar… Nem imaginava que que estava aprendendo e desenvolvendo o raciocínio enquanto brincava!


#32

Minha infância mudou quando conheci o mundo submarino nos documentários de Jacques Cousteau. As primeiras filmagens do fundo do mar, naufrágios, fragmentos importantes da história da humanidade escodidas (ou disponíveis) nas águas dos oceanos me fascinaram e abriram as portas de um novo mundo para mim.
Surgiu em mim uma vontade inexplicável de explorar este novo mundo. De conhecer seus mistérios, os seres que lá habitam e todas as suas relações.
Daí, mesmo sem saber, já havia feito minha escolha profissional - explorar, pesquisar, conhecer e ensinar.
Tão logo quanto pude, por volta dos 9 anos, juntei dinheiro e comprei meu primeiro equipamento de mergulho…!
E a partir daí, minha vida nunca mais foi a mesma.
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#33

Meu objeto de infância sem dúvida eram lápis e papeis. Minha mãe me contou que antes de eu completar 4 anos uma vizinha passava tardes comigo me ensinando a pegar os lápis e canetinhas. Com quatro anos nos mudamos de cidade, mas continuei a paixão por desenhar e rabiscar. Aos oito anos a professora chamou minha mãe, dizendo para procurar uma escola de artes que pudesse ajudar a me desenvolver. Mas na nossa cidade não tinha. E não tinha problemas, porque eu amava (ainda amo) desenhar e pintar. Era a maneira com a qual eu me comunicava com o mundo, e fazia amizades, pois era muito tímida.unnamed


#34

Os objetos que mais marcaram minha infância, de modo parecido com as engrenagens do Papert, foram bonequinhos de diferentes universos animados, mas em especial os de Pokémon, Digimon e Power Rangers.

Muitas vezes eu brincava com os bonecos em universos separados, de modo a manter alguma fidelidade com aquilo que eu via na TV, em outras, criava minhas próprias justificativas para unir todos eles em um mesmo cenário, mas em ambos os casos, sempre criava minhas próprias histórias e dando diferentes personalidades para os bonecos. Como eles eram pequenos, sempre carregava um ou dois nos meus bolsos, o que me permitia brincar em praticamente qualquer lugar ou situação. Também costumava pegar pedaços de madeira ou plástico e incrementar os bonecos com equipamentos que eu mesmo criava, dando ainda mais profundidade nas narrativas que eu imaginava na minha cabeça.

Quando olho pra trás, vejo o quanto isso influenciou meu pensamento criativo, já que era comum no mesmo dia eu inventar duas ou três histórias diferentes para brincar, ou quando um mesmo “elenco” ia se repetindo por dias, eu conseguia alcançar novos níveis de complexidade na construção da história. Isso também me permitiu aprender muito cedo a criar colaborativamente, já que muitas vezes compartilhava a brincadeira e a criação das histórias com meu irmão ou meus primos. Acho que o fato de os bonecos virem sempre de um universo já definido dava sempre um pontapé inicial na maneira como eu me apropriava deles, no entanto, isso também nunca foi um impedimento para a criação de novas histórias.


#35

Meus objetos de infância que eu ADORAVA eram os livros. Contos, fábulas, histórias. Viajava…sonhava… passava horas lendo.
fabulas


#36

Bom na minha infância lembro de passar muitos dias no sitio de meus avós em Minas Gerais , lembro de brincar com meus primos e irmãos com a terra , bonecos tipo soldadinhos ( da guliver) , palitos e mais que isso observar as formas das nuvens . Construímos fazendas, e montávamos planos de abastecimento com água, comida, comunicação , pensávamos em como iluminar esses espaços. Lembro que tinha umas espécie de moinho para gerar energia.soldados de plastico


#37

Eu não consigo pensar em um único objeto que tenha tido tanta importância em minha infância, quanto as engrenagens foram para Seymour Papert. Observando as postagens dxs outrxs colegas, me chamam atenção algumas coisas: bicicletas, kits de ferramentas, câmeras… Mas nenhum objeto que tenha sido tão determinante para minha formação enquanto pessoa. Pelo menos, não dessa forma. Agora, me lembro de experiências que foram fundamentais para eu me tornar a pessoa que sou atualmente, e que balizam minha atuação no mundo. O convívio que tive com meus parentes no litoral do estado do Paraná, o meio ambiente e o ambiente social. Foram experiências marcantes. Tão marcantes que pautam minha vida profissional em muito. Como fotógrafo e documentarista já participei de diversos projetos registrando de inúmeras formas a cultura do litoral. E essas experiências infantes estão situadas entre duas cidades, Morretes e Antonina. Cidades históricas e muito próximas. Entre dormir em sítios, ver animais silvestres, estar a beira de fogões a lenha, cuidar da criação, viajar de barco, me embrenhar no mato desbravando, brincar com primos e primas, a coisa que mais me lembro é subir em pés de goiabeira para comer o fruto. Eu subia, mas lembro que na época a fruta não me apetecia muito. Depois de adulto, o sabor que mais me lembra infância é justamente o da goiaba. Estranho, mas é esse o meu objeto que mais sintetiza todas essas minhas memórias afetivas, essas minhas experiências.

goiaba


#38

Isso é engraçado que me levou anos depois a trabalhar com energia elétrica , apos ter feito um curso técnico, e depois de abandonar essa área, trabalhar no governo com comunicação rural, e agora apos nova mudança de rumo com educação, criatividade e ensino em ambientes não formais , sobretudo levando tecnologia a terceira idade.


#39

Gostava de jogar com meu pai. Ludo, dama e dominó. Não gostava de cartas e xadrez, mas ele insistia. A jogatina era cotidiana, todos os dias após o Jornal Nacional. Gostava de esportes, também! Jogar queimada, principalmente. Gostava de vender coisas para os meus clientes imaginários. Minha loja funcionava no móvel da copa e o dinheiro eram as notas do Banco Imobiliário e do Jogo da Vida.

Não tenho dúvidas que essas brincadeiras foram fundamentais na minha formação profissional. Minha formação empreendedora começou lá atrás. Se hoje consigo ser estrategista, tudo começou nas brincadeiras favoritas de minha infância.


#40

Olá,
eu tinha dois brinquedos que gostava muito, as minhas bonecas, principalmente a barbie Cinderela, e o meu Lego.
Utilizava ambos para criar outros mundo, espaços e personagens. Com a barbie Cinderela criava muitas narrativas sobre aquela personagem e me divertia arrumando sua roupa e cabelo. Já, em relação ao Lego, além de construir os protótipos que vinham no manual, gostava de me desafiar e criar outros lugares, utilizando o pensamento matemático para construir casas e prédios que não desmontassem facilmente. Ademais, o Lego estimulava meu pensamento estratégico, além, dos conceitos estéticos através da combinação de cores, tamanhos e formas.
Certamente esses dois brinquedos influenciaram e ajudaram a desenvolver características que possuo e as minhas escolhas profissionais. Pois, trabalho profissionalmente como atriz, diretora, dramaturga e professora de arte.