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[Semana 1 Atividade] Objetos da infância


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#242

Tive uma infância feliz e muito ativa fabricando meus próprios brinquedos, interagia diariamente com as outras crianças do entorno de minha casa e entre as brincadeiras que mais gostava, estavam: fabricar e empinar pipa (chamávamos de pandorga), pião, bolinhas de gude, futebol de meias ou sacos plásticos, pernas de pau, estaladores, cinco marias, tacobol, troca de figurinhas, gibis, etc. Ainda tinha o lado empreendedor, onde íamos pelas casas arrecadando restos de cobre, alumínio, ferro, osso para revender à reciclagem, prática que iniciou ao desmontar eletrônicos queimados, o desmonte e remonte de objetos mecânicos e eletrônicos era o que fazia de melhor, adorava utilizar as engrenagens de relógios despertadores em peões e temporizadores para alguma traquinagem, criatividade à 1000 por hora.


#243

Uau!!! Que Top!!!


#244

Eu não me lembro de nenhum brinquedo favorito específico. Eu brincava muito com meu irmão na rua. Tínhamos amigos vizinhos e brincávamos de bola de gude , carrinho, de bombeiro, pular corda ,pique ,entre outros. Também brincávamos muito no sítio do meu avô. As bricadeiras eram variadas : piscina, trem fantasma, corrida de tampinha de garrafa, passa anel, subir em árvore, boneca de papel , álbum de figurinha, etc …


#245

Eu sempre gostei muito de brincar de bonecas de todos os tipo, mas especialmente de bebês. Todos os meus bebês se chamavam “Aninha” e eu tenho a sensação de que, para mim, Aninha era sinônimo de bebê, haha!
Lembro que no dia em que a minha Bisavó faleceu, aos 12 anos de idade, eu estava brincando de boneca. Não tenho outras lembranças de brincar de boneca com idade maior que essa.
Fazendo esse exercício de pensar em objetos da infância, eu me lembrei que por algum período da minha vida, não sei quando nem por quanto tempo, meus pais assinaram uma revistinha que chegava periodicamente pelo correio, chamada Nosso Amiguinho. Eu gostava bastante por alguns motivos: tinha uma personagem chamada Luisa que tinha o cabelo crespo e eu me identificava com ela (pelo nome e pelo cabelo) e eu amava os brinquedos que vinham para recortar e montar. Foi legal lembrar disso!


#246

O meu objeto de infância, foi sem dúvida a Cartilha Caminho Suave. Entrei na escola muito atrasada, aos 12 anos de idade, e eu tinha uma enorme curiosidade, como as pessoas conseguiam juntar aquelas letras e saberem o que estava escrito. Um dia fui apresentada à escola, e a professora, com muita paciência me ensinou a segurar o lápis e realizar algumas atividades de coordenação motora. Em uma semana recebi o objeto que me fez entrar para o mundo letrado, a Cartilha Caminho Suave, e eu não me separava dela nem por um instante, até subir em cima das jabuticabeiras , fazia de posse da cartilha e de lá de cima começava a juntar aquelas letras e pronunciar as palavras em voz alta…até hoje tenho esse hábito de ler em voz alta, só não subo mais nas arvores kkk!


#247

o%20pequeno%20principe
Quando eu tina entre 7 e 10 anos e fazia o primário, em uma escola pública. Havia um dia em que as professoras liam para nós, uma atividade estilo feira literária, onde havia muitas apresentações. Lembro-me que as professoras insistiam que nós ao lermos imaginássemos a cena, e que vivenciássemos cada momento. Uma das professoras em especial recitava poesias e as poesias me faziam transportar para outros lugares, meu sonho era poder ler como ela, mas não consegui esse intento, porém ainda hoje mesmo nas leituras mais simples costumo empregar o que as professoras chamavam de “ vivenciar a cena”, minha experiência me mostrou que essa técnica nos deixa sempre curiosa e querendo aprender o novo por isso estou buscando a aprendizagem criativa para aplicar na sala de aula,


#248

Viajei no tempo. Quantos objetos, pessoas, experiências, situações recordei!
Mas, a sanfona ou acordeão dos meus tios me marcou muito. Quando criança ia passar as férias na fazendo do meu avó e ficava encantada quando, a luz da lamparina, os tios tocavam sanfona ou acordem, nunca soube a diferença. Para mim era algo mágico os sons que saiam daquele objeto vermelho e branco cheio de botões.


(Fonte: [https://pixabay.com/pt/polca-acordeão-sanfona-155353/])

Como o tempo minha atenção voltou para as gavetas cheias de revistas da minha avó. Foi paixão a primeira vista. Como não sabia ler direito ainda minha avó me ajudava contando as histórias por trás das imagens.


(fonte: [https://pixabay.com/pt/revistas-leitura-lazer-informações-716801/])

Eu amo ler.

Abçs,
Faustina


#249

Muitas das coisas aqui citadas também foram objetos presentes durante a minha infância! Ri muito lembrando da maquina de costura que se transformava em carrinho! Felizmente, pude crescer em uma casa com jardim, brincando na rua e no mato.
Mas sempre tinham aqueles momentos em que brincava sozinha e desses momentos vem a lembrança das cartas de baralho, que além de servir para os jogos em família durante a noite (e me ajudaram a desenvolver o raciocínio matemático), usava para construir casinhas, castelos. Encostava uma carta na outra e assim formava uma parede, com a casa sendo coberta por mais cartas, que se tornavam piso e sustentavam as novas “paredes” que eram construídas. Um pequeno erro na montagem e tudo se desmoronava! E lá começava eu a construir tudo de novo…


#250

Olá.
O objeto que marcou minha infância foi uma boneca semelhante a esta da imagem. Eu me lembro que passava horas do dia montando e desmontando casinhas, criando cenários, configurações familiares e costurando roupas para minha boneca. Projetava nela tudo aquilo que eu queria para minha vida adulta, o emprego, a casa, o carro, filhos, entre outras coisas. Com a “mini sociedade” que criava em torno da boneca aprendia bem mais do que brincava, pois mesmo sem perceber eu já estava traçando projetos para minha vida adulta. Hoje parando para analisar, muito da minha organização tem suas raízes na brincadeira, onde cada coisa tinha seu lugar, e as rotinas do dia da boneca eram bem semelhante a minha nos dias de hoje.

abraços. KERULEN RUVIARO. Brasil, RS