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[Semana 1 Atividade] Objetos da infância


#221

Nasci no meio rural, minha família tinha um pequeno engenho de cana para fazer açúcar mascavo, rapadura e mel de cana, além de um “rodão” e soprador para despolpar café e uma pequena fabrica de farinha. O motor para isso tudo eram bois, tudo tração animal. A manutenção era feita ali mesmo e presenciava assiduamente a tudo aquilo. Ainda, desde a tenra infância (6) já fazia carros de madeira com direção e freio, usava compasso do meu pai para traça o circulo e cortar rodas. Mais adiante, a 11 km dali, observa um riacho onde meu pai fizera o desvio para obter altura necessária para aproveitamento da queda da água e movimentar uma pequena fabrica de farinha. Ouvindo a história atentamente compreendia o funcionamento e nas correntezas durante as chuvas, replicava isso com pequena rodas d’água para obter movimentos. Tudo isso me inspirou e ainda inspira muito no meu fazer na educação.


#222

Olá a todos

depois de muito refletir escolho um pilão de alho. Era um utensílio da cozinha de minha mãe que viva entre os brinquedos. Aliás, sobre os brinquedos dos poucos que me lembro, tem um um aparelho de som, Meu Primeiro Gradiente, com o qual muito interagi.
Mas escolho mesmo o pilão de alho porque sempre estava em minhas mãos, quando brincava de cantar. de fazer entrevistas, de falar com alguém importante. Eu fantasiava vários mundos entre músicas, falas, invenções da cabeça e tudo o mais. Fato curioso é que o fazia sozinha, longe de meus familiares, porque tinha muita vergonha. Quando alguém me pegava no meu “microfone”, eu disfarçava… Fingia que nada estava acontecendo naquele meu palco.
Pensando comigo, vejo que isso muito me influenciou, porque de certa forma a voz, a comunicação, as linguagens estão presentes em meu cotidiano.
Hoje sou leciono Língua Portuguesa, para o que tento utilizar meu palco com muita vontade e arte. Além do mais, gosto muito de arte e por muito tempo estive à frente de projetos ligados a música.

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#223

Que bacana! Esse brinquedo também me marcou demais! Obrigada por me trazê-lo à lembrança!


#224

Desde os 7 anos e ao longo do que era chamado, no Brasil, de escola primária, três objetos marcaram tanto minha infância que a eles atribuo meu prazer de continuar a usufruir da experiência diária do aprendizado no universo escolar, do convívio com crianças e educadores - lousa, giz e leitura de contos de fada… Sempre que chegava da escola, meu divertimento era "brincar de “escolinha, ensinando e lendo para minhas bonecas”. Continuo entendendo que a escola deve ser um espaço inspirador, investigativo para todos que nela convivem em que a arte não só da literatura possa ser arcabouço para alimentar a curiosidade da comunidade escolar.


#225

Tenho dois objetos para compartilhar.

  1. Os gibis da turma da Mônica

Quase todo dia trazia um para casa e lia antes de dormir. Tinha uma coleção enorme, que, infelizmente, minha mãe doou. :frowning: Dos gibis para os livros foi um pulo!

  1. A máquina de escrever do meu pai.

Também a máquina de escrever de meu pai é inesquecível. Essa guardo até hoje. Primeiro, a graça era em imitar o meu pai. Depois, o toc-toc do barulhinho das teclas de alguma forma me atraía. “Escrevia” na máquina antes mesmo de ser alfabetizada. Primeiro, um monte de letras juntas sem sentido algum. Até que mais tarde escrevi algumas historinhas por lá também.

Mais tarde, meu pai comprou um computador. Mas a máquina de escrever é uma memória deliciosa da infância e de meu pai.


#226

Eu amava brincar de bonecas. Mas a boneca era só um pretexto, na verdade, para criar um mundo a sua volta. Eu gostava era de montar uma casa linda, dos sonhos, bem na minha sala. Gostava de fazer a casa de veraneio também, que ficava na minha varanda. Eu gostava de criar as roupas que a minha boneca usava. Minha maior criação foi seu vestido de noiva. Sinto muito não ter guardado uma foto dele, porque ficou tão bonito que me dava orgulho.

Onde eu morava não tinha roupas de boneca para vender sem a boneca. Então eu pegava retalhos na confecção de roupas vizinha e costurava. Comecei a vender pras minhas amigas em pouco tempo. Ganhei dinheiro para comprar uns doces e depois que a graça da Barbie acabou fui aprender outro trabalho manual e fechei minha primeira empresa. Rs…


#227

Adorava brincar na rua, era o principal e o mais divertido!

Tinham os jogos de rua e o meu preferido era Tacos3037137706_5cca977a1e

Dentro de casa, brincavamos muito com Lego!

E na escola, o meu preferido era pular elastico no intervalo!


#228

Quando criança, brincava muito, na minha rua, com minha turma de amigas: Lourdes, Sônia, Joseli, Josete, Izabel, Carmem e minha irmã Ana Maria, (clube da Luluzinha, quem lembra disso?)
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Também brincava na casa do meu avô de São Paulo e na vila que meus avós moravam no Rio de Janeiro. Tive uma infância simples, mas muito feliz!
Na rua brincava de amarelinha, adorava pular corda e declamar enquanto pulava ou contar para ver quem conseguia pular mais. Eu era boa nisso! Pulava duas cordas ao mesmo tempo. Mas eu gostava mesmo era de rodar o bambolê! Rodava até 4 ao mesmo tempo. Vestia uma porção de peças de roupa e as tirava enquanto bamboleava.
Na casa do meu avô, brincava com as panelinhas de leite Mococa que ele guardava pra mim.
Na vila dos meus avós, no RJ, brincava de pega-pega, pular carniça, esconde-esconde, entre outras, mas o mais legal era usar fantasias e fazer adereços com papel crepom e sair nos blocos de carnaval de rua.
Enfim, acho que esses momentos de alegria e diversão me ensinaram a ter concentração, perseverança, esforço, curiosidade, criatividade, dar o melhor de mim, ter boa convivência e acreditar que viver e aprender é bom.


#229

Meu pai também tinha uma dessas, onde eu fazia meus trabalhos da escola.


#230

Uma das minhas brincadeiras favoritas também!


#231

Eu tive um livro ilustrado português, de pano, que marcou a minha infância. Andava sempre com ele.

A bicharada do Zèzito («O Piloto e o Janota / moram ambos numa bota», «Se não fosses porco espinho, / davas um bom almocinho») autor Gabriel Ferrão dos anos 50.


#232

Meu sogro teve uma fábrica de bolinha de gude, dos anos 50 aos 80. Meu marido e meus filhos brincaram bastante com elas.


#233

Quantas lembranças da minha infância e da infância dos meus filhos foram resgatadas!


#234

Um dos objetos que marcaram minha infância foi o multímetro analógio que meu tio que era mecânico de automóveis mas hobbista de eletrônica (revista saber eletrônica), eu acredito que tinha uns 6 anos de idade, eu desmontei o multímetro para saber o porque o ponteiro se mexia.
Obviamente que nunca mais ele funcionou e meu tio ficou muito bravo. :scream:
Ele era parecido com esse, mesmo assim sempre fui incentivado por ele a estudar e tentar arrumar tudo.


#235

Demais o texto do Papert hein!

Não lembro de um fascínio específico por um brinquedo. Tenho vários em minha lembrança, com diferentes funções. Hoje trarei aqui para vocês um simples boneco-travesseiro, com o qual eu costumava dormir. Ele tinha uma carinha tão pacífica, de olhos fechados, dormindo alegremente, e era tão fofo! Como sempre fui muito sinestésico, posso dizer que o travesseirinho me acompanhou por um bom tempo na primeira infância, o que só reforçou meu objeto de interesse: o contato físico positivo. Como o que tenho diariamente em minha prática terapeutica, na qual, embora atue mais como um psicoterapeuta, não abro mão do toque físico, em especial do Shiatsu Emocional que acabei desenvolvendo com anos de estudos dedicados ao poder afetivo do toque.


#236

Os livros sempre estiveram presente na minha infância. Brincava de ser a professora com meus amigos. Até montei uma pequena biblioteca em casalivros


#237

Infelizmente, nenhum de meus brinquedos foram conservados comigo ou com minha família. Ou os doamos a parentes ou à algum instituição (escolas, igrejas, orfanatos).
Minha memória me traz muitos dos quais me identificava e na maioria, percebo hoje, que o que trazia minha identificação eram as possibilidades de interação com eles. Ou seja, quando eu ganhava, por exemplo, um quartel general, desses do tipo gi.joe, rambo ou daqueles inúmeros que existiam de bonecos de plástico, o que era mais vibrante era o processo de montagem dele. Após isso, os cenários de batalha me interessavam bem menos que as possíveis interações entre os bonecos. O mesmo acontecia com alguma coleção de playmobil, os ferroramas, autoramas, motoramas e qualquer brinquedo que se resumia a blocos de montagem - o processo era tão interessante quanto o próprio brincar.
O processo de montagem e a interação era o que possibilitava a grande diversão.


#238

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um objeto marcante na minha infância que mudou meu entusiasmo para aprender sobre o mundo dentro o fora da escola foi o flip book. eu vi o no começo de um filme da Disney e o reproduzi com uns blocos de papel reciclado que meu pai trazia do trabalho dele. Percebi que conseguir aprender “sozinho”, e muitos detalhes de animação eu descobri praticando de forma autodidata. Esse momento foi decisivo pra que eu começasse a estudar mais e mais acreditando que eu podia aprender tudo sobre tudo.


#239

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Um dos objetos da minha infância foram os papéis de cartas. Tinha várias pastas. costumava organizar os papéis por tamanho, cor e temas. Lembro me que quando alguém me pedia um papel de carta, eu nao dava. rsrs Nos dias de hoje ainda costumo ser organizada em tudo.


#240

Meu objeto de infância eram as bonecas que as colocava como alunas! Brinquei muito e os adultos adoravam sair comigo, pois sempre fui uma pessoa muito alegre. Minha infância foi de muitas brincadeiras imaginativas e com mão na massa! Brincar e usar minha imaginação foram base para minha formação como pessoa.