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[Semana 1 Atividade] Objetos da infância


#181

Olá. Deixa que te explico, hehe.
Ele foi elaborado por Maria Montessori para o trabalho com a matemática, mais precisamente aritmética. Esse material é todo feito de madeira e apresenta sulcos em forma de quadrado, assim como pode ver na imagem.
Um cubinho representa uma unidade; 1 barra possui dez cubinhos que equivalem a uma dezena (1 dezena ou 10 unidades); 1 placa possui dez barras e 100 cubinhos (1 centena, 10 dezenas e 100 unidades) e um cubo possui 10 placas, 100 barras e 1000 cubinhos (1 unidade de milhar, 10 centenas, 100 dezenas e 1000 unidades). E aí é o seguinte, necessita de dois dados para jogar, a criança joga-os e soma o resultado dos dois dados, e recebe da caixa o resultante da somatória. Se a soma ficar nas unidades, vai receber em cubinhos o resultante da soma. Sempre que a criança atingir uma dezena com as unidades, deve trocar os cubinhos por uma barrinha (dezena); quando atingir 10 barrinhas (dez dezenas) troca por uma placa (centena), e quando conseguir obter 10 placas (dez centenas) troca pelo cubo de milhar. Vence quem conseguir alcançar o cubo primeiro.


#182

Olá pessoal,

Alguns objetos foram bastante importantes na minha infância como papel e lápis; sempre gostei de desenhar. Mas sem dúvida o que mais marcou a minha infância foi o meu primeiro console de videogame.

Tratasse de um dos infinitos clones do Nintendinho 8-bit. Neste caso um produzido pela Dismac famosa por calculadoras e clones nacionais de consoles e computadores. Efeito da famosa Politica Nacional de Informática (lei 7.232 de 1984) que proibiu a importação deste tipo de equipamento.

Na época já era possível encontrar consoles mais poderosos como o Mega Drive de 16-bit que havia acabado de ser lançado. Mas passada a frustração inicial eu acabei descobrindo um universo novo cheio de aventuras e conheci personagens e franquias que existem até hoje como Super Mario, Castlevania, Metroid, Metal Gear etc.

Aliás, sou um exemplo vivo do conceito de Hard Fun do Seymour Papert. O Nintendinho é famoso pelo grau de dificuldade dos seus jogos e mesmo somando isso ao fato dos jogos estarem em língua estrangeira, eu e meus amigos terminamos vários games do aparelho.

Isto também despertou em mim a vontade de trabalhar com games, mandei um e-mail para a Playtronic e quase descolei um emprego lá, infelizmente só disponível presencialmente em São Paulo. Mais tarde quando chegou a hora de escolher minha graduação eu não tive dúvidas, escolhi Ciência da Computação embora meu contato com computadores fosse quase que exclusivo por meio de videogames. Só ganhei meu primeiro PC depois de passar no vestibular.

Atualmente não trabalho como games, mas sim em uma empresa pública de TI. Mas foi justamente isto que me atraiu até o pessoal do MIT e me fez conhecer o Scratch que se tornou a realização do sonho de criança: poder criar meus próprios jogos.

Recentemente comprei um Bit-System usado e em bom estado no Mercado Livre e estou agora querendo apresentar o console para a minha filha. :slight_smile:


#183

Show esses pinos mágicos. Lembro de muitos dos brinquedos que estou vendo serem postados aqui, mas apenas tinha contato com alguns quando visitava as casas de amigos ou no pré-primário escolar, nunca fui muito incentivado por meus pais a consumir brinquedos, apesar da televisão estar constantemente fazendo seu papel. Hoje meu filho que está com 4 anos tem tantos brinquedos que acabam se acumulando no espaço de brincar, apesar dele preferir os brinquedos de montar, não quer se desfazer de nenhum dos outros.


#184

Remontar a “corda” do despertador era bem difícil e arriscava-se se cortar, pois tratava-se de uma mola achatada em espiral cuja pressão é que fazia o relógio funcionar e também despertar, então tinha a “corda” do funcionamento e a do despertador, se esquecesse de dar corda para despertar perdia o horário no outro dia.


#185

Ola´

Brinquei muito de “fubeca” , adorava brincar no campinho, o jogo que mais gostava chamávamos de “Papão”, era um box grande , que tinha que passar por ele para podermos começar a “estecar”, acertar as fubecas dos adversários.

Muito bom!


#186

Adorava brincar com lousa e giz, acho que ali já exercitava um pouco do espírito de educadora :stuck_out_tongue: eu e as vizinhas que eram mais ou menos da mesma idade sempre brincávamos de professora e tínhamos que preparar as aulas, acho que ali estava definido o meu futuro \o/


#187

Olá Esther, adorava o espirográfico (é esse mesmo o nome/)


#188

Um fato da minha infância foi quando eu vi num livro como construir um fantoche de “papier marché” e aquilo me encantou. Eu cortava o jornal bem fino, colocava em água com vinagre para desmanchar o papel. No outro dia eu espremia a massa de papel , misturava com farinha de trigo e fazia os fantoches. Lembro especialmente do primeiro que ficou muito feio. O papel não desmanchou bem e ele ficou com a pele bem enrugada, mas eu tinha um carinho todo especial por ele. Lembro também que às vezes o fantoche ficava com mau cheiro porque a farinha azedava, mas nada disso me desanimava. Eu me empolguei demais com essa atividade, pois além de fabricar os fantoches eu também inventava um teatro. Não virei artista mas acho que essa brincadeira me tornou uma pessoa mais leve e criativa na profissão que escolhi, em especial no meu trabalho como professora de zoologia. Nas minhas aulas eu sempre procurei usar massa de modelar para que os alunos pudessem reproduzir as formas dos animais. Nunca tinha pensado nisso antes , mas agora acho que foi por isso que sempre gostei de botar a mão na massa.


#189

Muito obrigado. Eu não conhecia este jogo.


#190

Puxa, quantas raladas tomei com esse brinquedo! Show de bola!


#191

Ruth Rocha é demais.


#192

Olá!
O que me ocorreu imediatamente foi o prazer que tinha em “abrir” as telefonias, brinquedos e demais objetos, só para ver o que tinham lá dentro e por vezes “arranjá-los”, o que nem sempre era muito bem recebido pelos meus pais.


#193

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Oi …
Eu comecei a pensar o que foi significativo na minha infância e confesso que não foi muito fácil no começo, depois as coisa começaram a clarear e além dessas brincadeiras recordei de outras. Mas mesmo lendo alguns depoimentos não sei ao certo no que elas me ajudaram ou têm relação com meu desenvolvimento pessoal e profissional.
Tudo isso gerou uma bela reflexão…


#194

Oi …
Eu comecei a pensar o que foi significativo na minha infância e confesso que não foi muito fácil no começo, depois as coisa começaram a clarear e além dessas brincadeiras recordei de outras. Mas mesmo lendo alguns depoimentos não sei ao certo no que elas me ajudaram ou têm relação com meu desenvolvimento pessoal e profissional.
Tudo isso gerou uma bela reflexão…
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#195

Boa noite!
Acredito que o objeto que mais tenha marcado a minha infância foi uma bola de futebol, pois com ela eu imaginava estar jogando ao lado de craques futebolísticos, o tanque de lavar roupas se tornava um dos gols do estadio “lotado de torcedores”, imagino de alguma forma a que o meu carácter imaginário tenha sido perdido em algum momento na minha adolescência, entretanto planejo resgata-lá e utiliza-lá em minhas futuras aulas.
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#196

Oi Patricia, a Fofolete saiu do fundo do baú mesmo! Já tinha esquecido! Legal lembrar!
Bom te ver por aqui!


#197

O meu brinquedo favorito quando criança eram os livros. Eu adorava ler, aprendi a ler bem cedo e passava o dia inteiro lendo. Quando brincava com outras crianças, brincava de escolinha, reunia as crianças menores e ficava lendo para elas, imitando uma professora.
Acabei virando professora e hoje a parte que mais me diverte nas aula é o momento de ler para os alunos.

Mais tarde, me identifiquei muito com esse livro. A autora compara os livros com os tijolos que construíram a sua história.

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#198

Quando eu era criança, não tinha muitos amiguinhos. Morava no interior de uma cidade do interior do Rio Grande do Sul- Brasil. Entre os brinquedos preferidos estavam brincar na terra, ajudar minha vó e mãe a cuidar dos animais. Tanto que meu primeiro animal de estimação foi uma vaquinha.
Também brincava com os adultos, minha tia Rose em especial me ajudava a criar brinquedos com potinhos que eram apresentados no programa de tv de Daniel Azulay. Também adorava pintar.


#199

Fiquei pensando em uma lembrança inspiradora e concordo com os colegas sobre a magia das brincadeiras. Adorava dar aula para minhas bonecas, passava lição no pequeno quadro negro, servia lanche é tudo mais. Importante as brincadeiras simbólicas! Abraço a todos!


#200

Muito importantes.
Também brinquei de dar aulas. Meu primos menores eram os alunos rsrsrs
Eram muito agitados, até hj nos perguntamos como faziam o que eu pedia.
A cada data comemorativa, tínhamos uma apresentação e um presente: Natal, Páscoa, Dia das Mães, Pais… Infelizmente sem fotos, pois na época não tínhamos câmera.
|Ficou registrado somente na memória…