LCL

Managing Semester-long Projects / The Beauty is in the Process


#1

Hi. My favorite kind of teaching is when I am helping teams of students work on extended projects in which they define a problem and develop, test, and launch a project that addresses the problem.

Helping students navigate the “beginning middle end” of this kind of project is something I do a lot of experimentation with and pay a lot of attention to. The beauty is in the process, yes?

Is this something that you do too? If so, let’s chat about it here!


#2

Absolutely. It is also a huge struggle for me so I am really happy to chat.
I have tried time lines that kids just blow through and we end up with a whole lot of stress at the end to meet presentation deadlines. I am thinking specifically Science Fair projects, as we do it ‘in house’ so it is not a Science Unfair with some kids’ parents doing the work, and not the kids.
It is also not a judged event, as there is enough awareness already about being judged by peers and I really want the focus to be on the science, on the learning through experiments and experience. I ask my students to think about that in the preparation of their presentations: do they personally get more out of being told about something, or trying it out themselves with observation and discussion?


#3

A trick that I’ve come to use religiously is to do a mock project before doing a real project. That is, all students work on a low risk, relatively easy project so that we can go through the steps of product development: brainstorm, deciding which idea to develop, prototyping, testing, iterating, and launching. Then when we move onto a higher stakes project. I can point back the the process they used for the low risk project. It’s kind of helpful but not a cure all.


#4

That is really smart. I’ve been thinking about how I can build my science program through the years so they build on skills over time rather than struggle with so many challenging factors in one cumulative project. My current struggle feels like I’m at the ‘goldilocks’ extremes and not hitting the sweet spot for level of excitement and self-control. I just had the most ridiculous class yesterday afternoon where the kids were wasting so much time… talking when it was time to listen and fighting with each other when it was time to work. Most challenging class in the school and I have to think really carefully about how to structure and what to structure so we can make progress because right now it’s 4 or 5 sillies performing for each other and winding up everyone. I have asked for help from my admin, and that help is conditional on other teacher’s needs so I need to address that. They are grade 3/4 and I am already thinking about how I can be on sabbatical when they are Gr. 6. I would rather shift the behaviours than my work schedule.


#5

olá, estava querendo encontrar um meio de colocar a forma como ajudo meus alunos a desenvolver projetos. Vendo a proposta desta discussão, conclui que este é o espaço ideal. Também sempre pensei em trabalhar com alunos por um, dois, tres anos para que o projeto tivesse continuidade e aquilo que eles começaram não se extinguisse. Vou narrar um em que estou atuante há quase 5 anos, pois recebi um grupo de alunos do 9 ano que ficaram classificados em primeiro lugar na feira de ciencias da escola (FEITEC) , o trabalho deles foi uma usina de energia eólica feita com isopor, cooler, palitos. A partir deste inscrevemos eles no FICIENCIAS ( feira de inovações das ciencias e engenharias), eles então desenvolveram um robo com o objetivo de auxiliar pessoas com baixa mobilidade (idosos, acidentados. e outras dificuldades de locomoção) no primeiro protótipo ( deram nome de RH5) ele fazia e servia café, no segundo protótipo este tinha um compartimento para alimentação e medicamentos (retiraram a cafeteira) no terceiro , iriam colocar os braços, porém os recursos além de estarem escassos, precisavamos de alguem com conhecimento mais específico (ao qual eu nao domino) e além disso eles estariam no ultimo ano do ensino técnico em edificações, portanto optaram por fazer um outro robo que tem a função de auxiliar as crianças a fazerem economia, utilizaram para isso um aplicativo chamado inventor 2, colocaram um supermercado e dinheiro, além de um caixa para pagamento. Após vencer estas etapas a criança passa para fase de perguntas de matemática. ele tem um cofre que guarda o dinheiro que pode ser de brinquedo ou real, além disso também tem um compartimento para bala (são premios) criamos para as apresentações as miniaturas e um tabuleiro grande. Segue as imagens.





image image
todos os protótipos são construidos com materiais recicláveis, o primeiro RH5 utilizamos madeira, depois passamos para papelão e o MOBO utilizamos forro de PVC. Utilizam arduíno.
Observamos neste processo a evolução dos protótipos e aquisição de conhecimento, tudo iniciado sem conhecimento ou relação com o curso que faziam. Aprenderam a aprender, buscar conhecimento, e eu junto com eles aprendendo também.


[2018] Apresente-se!
#6

A five year project. Wow! How wonderful!

Question: What are the challenges in working on a five year project with students?
-------

google translate of @Regiane’s post

Hello, I was looking to find a way to put the way I help my students develop projects. Seeing the proposal of this discussion concludes that this is the ideal space. I also thought about working with students for one, two, three years so that the project would have continuity and what they started would not be extinguished.

I’m going to tell you one I’ve been working on for almost 5 years because I got a group of 9-year-olds who were ranked first in the FEITEC science fair, their work was a wind power plant made with styrofoam, cooler, toothpicks.

From this we enrolled in the FICIENCIAS (science and engineering innovations fair), they then developed a robot with the objective of assisting people with low mobility (old people, accidents and other difficulties of locomotion) in the first prototype (renamed RH5 ) he made and served coffee, in the second prototype this one had a compartment for food and medicines (they removed the coffee maker) in the third, they would put their arms, but the resources besides being scarce, we needed someone with more specific knowledge (to which I not domino) and in addition they would be in the last year of technical education in buildings, so chose to do another robot that has the function of helping children to save, used for this an application called inventor 2, put a supermarket and money , plus a cashier for payment.

After passing these steps the child moves on to the math questions phase. It has a safe that keeps the money that can be of toy or real, besides also it has a compartment for bullet (are prizes) we created for the presentations the miniatures and a big tray. Follow the images.

[see images in original post]

All the prototypes are made with recyclable materials, the first RH5 we use wood, then we move to cardboard and the MOBO we use PVC lining. They use arduino.

We observed in this process the evolution of prototypes and acquisition of knowledge, all started without knowledge or relation with the course they did. They learned to learn, to seek knowledge, and I along with them learning as well.


#7

Muito interessante e o resultado super merecido da FEITEC. Obrigado @Regiane por compartilhar, servirá de incentivo para muitos professores.


#8

Xanthe_Matychak são muitos os desafios, principalmente a escrita dos relatórios, temoisia de uns integrantes, conseguir materiais para eles. Ter que lidar com o fato de que em um determinado período eles conseguiram emprego e diminuiu o tempo para se dedicarem ao projeto (atrasou as atividades) , ainda bem que não desistiram. outro desafio foi ter que excluir membros pois inicialmente eram em 5 , um deles trocou de turno, e foi trabalhar já no primeiro ano do ensino médio. Ficaram em 4. No ano passado, um deles se formou e foi fazer curso técnico em informática. Ficaram 3 destes, um eu excluí semana passada ( decisão difícil, porém este aluno estava se aproveitando dos outros dois, pois não fez nada, nada mesmo durante o ano, e quando pedimos sua colaboração, não quis ajudar)

trabalhar nos fins de semana com eles orientando - os pelo msn, drive, ensinando a fazer banner, ensinando-os a cumprir prazos, muitas vezes no limite…isso que faz anos, pois é como uma casa, constrói-se tijolo por tijolo.
As idéias basicamente são deles, como estruturam o robô, os comandos, nessa parte eu não interfiro, posso dar sugestão para melhorar estética, fazer miniaturas em papel, ou em impressão 3D.
Penso que se eu interferir muito, a proposta é minha e não deles, então sigo o que eles querem, e só coordeno mesmo a parte científica. Isso não é só para eles, é para outros grupos que já orientei também.
outro desafio, é buscar pessoas que auxiliem eles nas dificuldades que encontram e que eu ou a escola não conseguimos auxiliar.
Graças a Deus o apoio da direção da escola nos estrutura muito.