LCL

|Atividade 6| Dê uma chance aos P's


#1

Esperamos que as ideias que exploramos juntos no LCL possam ajudar a todos a ver a aprendizagem em novas formas, e proporcionem um framework útil para se aproximarem da aprendizagem - e outros aspectos de sua vida!

Assim, nesta última atividade da jornada LCL nós convidamos você a compartilhar:
Como você teria utilizado ou utilizou os 4 P’s em sua prática?

Algumas possibilidades para considerar, se você precisa de ajuda para começar:

  • Escolha uma experiência concreta de aprendizagem da qual você participou (enquanto aprendiz, ou facilitador, ou ambos!) e veja-a pelas lentes dos 4 P’s. O que as pessoas estão fazendo? O que as motivou? Qual foi o papel de seus pares? Em quais formas eles brincaram e experimentaram? O que você mudaria/repensaria/remixaria, e por que?
  • Escolha uma atividade da sua vida: como você abordaria esta atividade diferetemente com os 4P’s em mente? O que especificamente você mudaria, ou faria diferente?

Como o @mres fala de vez em quando, remixando John Lennon: "Tudo o que estamos dizendo, é dê uma chance aos P’s!” :peace_symbol:


[Wk 6 - Activity] Give P's a Chance
#2

Bom dia
Um projeto que fui facilitadora em maio de 2018 denominado “Aos 30 anos” que versava sobre a escolha da profissão, educação financeira e fiscal.
Era um projeto em que os alunos tinham paixão em pensar como seria sua vida aos 30 anos e planejar essa vida idealizada. Poderiam trabalhar em pares para dialogar sobre seu projeto de vida e sua personalidade. Eles brincaram a partir dos seus sonhos e objetivos, bem como idealizações que buscariam ter nessa idade. Construíram maquetes, livros, vídeos e planilhas eletrônicas.
Repensaria a forma de apresentação de sua vida aos 30 anos a partir de um workshop/mostra.

Em minha vida eu teria pensado melhor meu projeto de vida com mais paixão e visão do que eu realmente gostaria de fazer. Hoje tenho 30 anos e gostaria de estar formada no Mestrado, finalizando o Doutorado e gostaria de ter viajado mais para e especializar e conhecer os locais que pretendo. Teria dividido isso com meu parceiro e planejado isso melhor junto com ele e pensar na diversão de nós dois.
Agora temos um filho juntos, terei que rever isso e ser bem mais criativa. Estou fazendo Mestrado um pouco mais tarde que o planejado, mas vou rever tudo: PLANEJAR, colocar muita PAIXÃO nesse projeto; Pensar e dialogar com minha família (PARES) e PENSAR NO BRINCAR e na diversão de ambos nesse processo.

É muito interessante pensar nos 4 P’s até para nossa vida. Abre horizontes para pensar em aprendizagem criativa.
Obrigada por tudo.
Geslaine Taís Wasem


#3

Depois de conhecer os 4P´s percebi o meu encanto ao descobrir um espaço como a plataforma eTwinning, porque trabalhamos com outros professores em parcerias internacionais, desenvolvemos projetos sobre temas que nos interessam e apaixonam e damos por nós a pensar brincando. Os 4P´s na prática são uma realidade na Europa. Contudo muitos professores são resistentes à mudança e continuam a lecionar esquecendo que o fazem no século XXI. Depois queixam-se dos alunos dizendo que são difíceis, que dar aulas é muito difícil, que já nada é como dantes. Pois claro que já nada é como dantes! Só a cabeça dessa gente é que não mudou, porque tudo à sua volta já mudou e não volta atrás! Eu sentia que me faltava algo e fui à procura. Encontrei a plataforma eTwinning, encontrei o Scientix, encontrei o LCL. E não vou parar. Só tenho pena que não exista uma plataforma como o eTwinning na Comunidade de Países de Língua Oficial Portuguesa. Para trabalhar com professoras brasileiras tenho de as convidar para projectos já existentes porque como o Brasil não pertence à plataforma eTwinning não posso criar um projeto diretamente com essas professoras. Mas “engenho e arte” nunca faltou a quem quer progredir e a solução criativa está sempre à espera de ser encontrada.


#4

Boa noite, Pessoal!

       Em relação ao primeiro questionamento... No primeiro semestre deste ano eu participei de um curso do Scracth. Não conhecia NADA desta linguagem de programação.  Vivenciei a experiência dos 4 P's durante o curso, pois  desenvolvemos Projetos a cada semana, tínhamos a Parceria do professor e dos demais colegas de turma, sentimo-nos aPaixão(xonados) por cada atividade e descoberta e Pensar(mos) brincando, transformando cada ideia em algo novo.  Gostei muito da experiência que me ajudou a ver com outros olhos a questão da criatividade. De repente eu me vi criando jogos em parceria com outros colegas, que me davam dicas e Feedbacks sobre os projetos construídos. 
       Bem! Desenvolvo um projeto de robótica com professores e estudantes e sou muito tradicional, ou melhor, era muito tradicional. Pretendo, a partir de 2019, direcionar o projeto a um viés mais criativo. Espero conseguir abordar os 4P's, possibilitando aos meus alunos desenvolverem seus próprios projetos, usufruírem das parcerias internas e externas ao nosso projeto e  que eles possam se apaixonar pelos projetos desenvolvidos, de modo a refletirem sobre suas ações e descobertas.  2019 que nos aguardem, pois estou cheia de vontade para fazer um trabalho que de fato possibilite aos meus estudantes desenvolverem o seu potencial criativo. 

Um abraço,
Cleia Nogueira


#5

Eu utilizo os 4 P’s de forma prática com as aulas de microbit, penso ser esta uma experiência concreta
que posso compartilhar aqui enquanto aprendo neste curso LCL. Os nossos alunos estão
criando seus​ ​projetos​ e começamos a usar o ​Scratch.​

​Por enquanto copiamos e pensamos como mudar ​projetos já feitos,​ todos queremos ​desenvolver ​uma​ ​compreensão​ ​mais​ ​profunda​ ​sobre​ ​o processo​ ​criativo.

Como mediadores pedimos aos alunos para trabalharem​ ​em​ ​projetos​ que interessam para eles
e vemos que querem muito ​trabalhar​ com o​ ​Scratch​ em​ ​diferentes jogos e ​animações​,​ ​todos​ estão
mostrando mais vontade em​ ​trabalhar​ ​nos projetos​ ​que​ ​gostam.​

Tenho refletido sobre a questão da​ ​criatividade​ como​ ​um​ ​processo​ ​social,​ estou percebendo​ ​os
alunos​ ​colaborarem em formato de grupos e assim compartilhando o que estão​ ​construindo​, suas
atividades e idéias estão muito integradas ao dia-a-dia da escola, estamos provando como​ ​a​ ​programação​ na aprendizagem com o​ ​Scratch​ permite a​ ​interação​ ​social de fato.​

Agora quanto ao pensar​ ​brincando nós​ ​queremos explorar mais o​ ​Scratch​ ​para encontrar mais​ ​experiências​ de​ ​criatividade,​ estamos​ ​testando​ ​coisas​ ​novas e vamos continuar ​fazendo​ ​experiências​ ​com​ ​novos​ ​tipos​ ​de projetos​ ​e​ ​novas​ ​maneiras​ ​de​ ​interagir​ ​com​ ​a​ ​escola toda.

Eu mudaria na turma as faixas etárias, vou colocar alunos do sexto trabalhando com alunos do nono ano
porque assim entendo que o ‘P’ dos pares será melhor aproveitado, vamos repensar os resultados desta
experiência para ver o papel dos pares, vamos colocar a experiência de criar um cronometro para
medir o tempo de voo de um aviao prototipo feito com colher e papel, vou abordar diferente desta
maneira.


#6

Maria, gostaria de saber mais sobre a realidade Européia de educação. Será que você poderia me falar um pouco sobre essas plataformas? Muito obrigado!


#7

https://youtu.be/J2Wl101Y11o

https://youtu.be/xAK66ArJPiQ

https://youtu.be/m4lJiWnnp3E

https://youtu.be/CFajkVujBDs

https://youtu.be/r1SezG9RNK0


#8

Gratidão Maria! :slight_smile: Qualquer sugestão que você tiver seria de grande ajuda!


#9

Também tenho muita curiosidade em saber como é o ensino tanto na Europa, como nos Estados Unidos. Vejo aqui no Brasil a maioria das escolas preocupadas com conteúdos, muitas vezes desnecessários, mas que precisa ser ensinados devido ao vestibular. Os pais acabam procurando as escolas que melhor preparam para o vestibular ou ENEM. Como seria a grade curricular de seu país?
Ainda, conforme o teu relato, sobre alguns professores serem resistentes às mudanças, penso que não devem ser a maioria. Ou seria?
Como seria o convite para para participar do Twinning?
Abraço


#10

Participei da 3ª Edição da Expo Edutec 2018 realizada pelo Instituto Ayrton Senna em parceria com a Microsoft que promoveu palestras, debates e workshops sobre o usa da tecnologia para a educação, tive a oportunidade de vivenciar a workshop Design Thinking para potencializar práticas de ensino-aprendizagem, fui muito interessante conhecer a proposta com o olhar dos 4Ps, que possibilitou uma vivência mais prazerosa onde estava presente o desenvolvimento de um projeto , o trabalho em pares, o pensar brincando e principalmente a paixão pelo novo, pela descoberta.


#11

O que eu mudaria ou faria diferente? Essa é a grande pergunta que ando me fazendo nos últimos tempos. Fui professora de matemática por mais de 25 anos, um pouco tradicional mas sempre preocupada em fazer aulas diferentes, com jogos e desafios. De uns tempos para cá, aposentada por um ano, mas não parada totalmente, tenho muita vontade de voltar a dar aula. Mas fico me questionando, pois depois de tudo que vivi, conheci, aprendi, não conseguiria mais ser professora da mesma forma. Não conseguiria mais ficar somente voltada a conteúdos que precisamos ensinar para eles poderem entender e acompanhar os conteúdos dos anos seguintes, ou por simplesmente estar na grade curricular.
Respondendo o questionamento inicial, o que eu faria diferente? Com certeza aplicaria os 4P’s nas aulas de matemática. Teria que me acostumar e principalmente a direção com o “barulho” da sala de aula. Pretendo voltar a dar aula, mas não da forma antiga, mas preciso encontrar uma escola que esteja aberta a essas mudanças, pois sempre gostei de novos desafios e estou em busca deles.


#12

Neste ano, participei de 1a. CBAC (Conferência Brasileira de Aprendizagem Criativa) em Curitiba, eu participei como monitora de sala, mas o encanto (paixão) pelas atividades expostas (projetos) foi tão grande que eu acabei participando (brincar) com as turmas (pares). Todos participavam ativamente, pois as atividades “mãos na massa” eram muito interessantes. Nos momentos de dúvidas e erros, eu e o grupo confabulávamos juntos, e íamos experimentando e tentando até conseguirmos.
Acho que na minha vida, mais especificamente, na disciplina que leciono buscaria trazer mais atividades lúdicas, em pares e que realmente marcasse os alunos.