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[Atividade 1] Objetos da infância


#21

O Meu primeiro gradiente era meu brinquedo favorito! Sempre adorei falar, cantar, brincar com as outras crianças na rua. A gente passava um tempão na frente do rádio esperando passar nossas músicas favoritas para poder gravar nas fitinhas :slight_smile:


#22

Puxa, Kamila! Eu me identifiquei demais!!!


#23

ahahahahahahah pobre mãe.
Eu trocaria fácil, sou louca por animais e simpatizo muito com macacos :smiley:


#24

Olá. Lembro de muitos objetos de minha infância. Não guardei nenhum. Boa parte das brincadeiras eram feitas com objetos improvisados. Uma lata de leite em pó amarrada por uma cordinha se transformava em carrinho. Um pedaço de pau, um cabo de vassoura e um “saco” qualquer se transformavam em um cavalinho e numa capa e espada.
Alguns brinquedos comprados recordo até hoje. Os carrinhos da Matchbox me fascinavam, porém , eram caríssimos na época… outra coisa legal era um laboratório de química para crianças… nunca me esqueço de fazer o “sangue do diabo” que era um líquido vermelho que jogava na roupa branca de alguém e que depois de alguns minutos desaparecia… até esse momento a pessoa ficava muito “p” ou seja, muito preocupada…objeto_da_infancia


#25

Legal Tais,
eu nunca tinha visto o Espirograf, mas provavelmente a régua mágica é uma simplificação dele. Eu passava tardes inteiras criando formas e desenhos com a régua mágica. Muito legal :blush:


#26

Eu achava o laboratório de química muito massa, mas eu tinha medo de mexer porque não era meu, era de uma amiga. Eu imaginava que poderia provocar alguma explosão ou criar alguma substância tóxica e isso me assustava. :joy::rofl:


#27

Quando eu consegui um já não era tão criança assim… acho que eu já tinha uns 14 anos…comprado nas Lojas Americanas… (sem jabá:grin:)


#28

Que legal! Eu lembro que o portão da garagem da minha casa era de zinco e eu chamava todas as crianças da rua pra brincar de colégio. Eu e algumas amigas éramos professoras e o portão da garagem era a lousa. Eu amava a função :smiling_face_with_three_hearts:


#29

Meu ursinho, o Teddie

Meu objeto de infância é o meu ursinho de pelúcia, o Teddie. Ganhei ele de presente da minha tia em 2008 no dia das crianças. Foi amor a primeira vista! Pra mim ele é o ursinho mais lindo do mundo. :heart:
Me lembro de ter imaginado e criado muitas histórias com ele. Hoje estou na faculdade, mas mesmo assim ele ainda continua na minha mesa de trabalho, talvez pra me relembrar dos bons momentos que passei durante a minha infância.



#30

Eu devia ter meus 5 anos quando ganhei uma guitarrinha parecida com esta, lá pelos anos 90, esse brinquedo emitia alguns sons quando apertávamos os botões, não me lembro se eram mesmo as notas musicais mas eram sons que podiam ser combinados.

Foi umas das minhas maiores paixões, e o que me fez apaixonar pela música e pelo estudo, hoje vejo que saber sobre música e tocar um instrumento me ajuda muito no aprendizado, pois assim como no brinquedo era por combinação de sons que conseguíamos pequenas melodias e na música hoje é através de notas.

Um dos princípios como eu já disse que me ajuda até hoje é quando estou estudando tentar fazer algum tipo de combinação, isso facilita na retenção do conteúdo na maioria das vezes.

Enfim, esse é meu objeto de infância, que mudou a maneira de eu me expressar, de aprender e pensar.


#31

Amei lembrar esse brinquedo. Eu também adorava! Nem sabia que tinha esse nome.


#32

De criança lembro duas atividades que me apaixonavam.
Uma era o contato com os animais. Morava numa área rural, tinha ovelha, cachorros, galinhas, pássaros, até um burro.
O encontro com os animais era uma sensação de comunicação real com eles. Além do linguaje. Lembranças do silêncio comunicativo.
Outra coisa que adorava fazer era desmontar tudo o que tinha perto. A vontade de conhecer o que faz que as coisas funcionem. Deixei, relógios, telefones, aparelhos de todo tipo desmontados sem nenhuma possibilidade de montar de novo.

Fazendo uma reflexão com essas duas lembranças percebi que o impulso que movia minha imaginação era conhecer o que tem atrais de tudo, da linguagem, dos circuitos, os mecanismos. Isso que faz que as coisas fluam e se interconectam. As engrenagens invisíveis.

O relato que vincula as engrenagens com o pensamento matemático faz sentido para mim, percebo que o que conecta as coisas é um abstrato compartilhado, essa comunicação invisível que une.
Agora minha paixão é a comunicação, o intercambio, o compartilhar, descobrir juntos e perceber que em esses movimentos tudo esta sendo vinculado. Uma rede de criatividade compartida disponível.


#33

Olá, pessoal!

Estou acompanhando as postagens de vocês sobre os objetos de infância, ouvindo tantas histórias, percebendo o sentimento de nostalgia. :blush: :blush::blush:

O quão vocês consideram importante esta atividade de pensar e compartilhar objetos da infância, para o curso Aprendendo Aprendizagem Criativa?

Qual é a sensação nesta hora de puxar da memória algo tão marcante pessoalmente, e compartilhar em uma comunidade inicialmente profissional?

O que isso tem a ver com aprendizagem criativa?


#34

Muito Legal Kelen! Da régua lembro e usei bastante! A Barbie, apesar de lembrar não tenho experiencias para compartilhar… :slight_smile:!

Analisando as construções com a Barbie e as que faz hoje na sua casa consegue fazer uma associação com as construções de conhecimento que teve ao longo da vida e as suas formas de pensar ao se deparar com um problema?


#35

Que bike fantástica!!! Também adorava sair pelo bairro pedalando sem rumo e criando meus caminhos e minhas histórias :slight_smile:

Trazendo estas experiencias aqui para nosso curso, como associam estas experiencias que tivemos criando nossas histórias e fantasias com a nossa forma de resolvermos problemas e “desenrolarmos” a nossa vida?


#36

Marcos, eu brincava com este laboratório também!!! E o predileto também sempre foi o sangue de diabo!!!

Incrível como tínhamos experiencias mão na massa! Como isto influenciou o que somos e como pensamos?


#37

Imagem relacionada

Professor Pardal! Este talvez tenha sido o cara da minha infância!!!

Mas não só ele como personagem, mas principalmente dois em pessoa que eram os meus grandes inspiradores e mestres da mão na massa. Meu tio Pedrinho (Pedro Ingrevallo) e meu grande amigo Dinho (Armando Mourão Junior).

Com eles aprendi muita, muita coisa mesmo! Desmontar bicicletas, arrumar o pneu com Vipal, eletricidade, eletrônica, fazer as placas de circuito impresso com caneta e acido, fotografia, motor a combustão (o Dinho montou uma moto inteira do zero!), construir carrinho de rolemã, montar uma discoteca (desde o som até toda iluminação) e, com o tio Pedrinho, talvez a maior contribuição da minha infância, me despertar a paixão pela programação. Em 1981, em um NEZ80 (clone do Sinclair ZX80) ele me ensinou os primeiros comandos de Basic. Aquela maquininha, ligada em uma televisão velha, me obedecia! Eu escrevia:

10 CLS
20 Print “Flavio”
30 Goto 20

E fazia aparecer meu nome sem parar na tela!!! Fantástico!!!

Todas estas experiencias de aprendizado mão na massa, mais a paixão que desenvolvi pela programação, com certeza moldaram a forma como penso a abordo as situações em minha vida. Não tem como meu pensamento não ter um IF, um While ou um Goto… :slight_smile:


#38

Não tenho nehum objeto de minha infância guardado. Mas tenho uma boneca da minha avó, que ela deixou a meus cuidados e que muito estimo. Ela está com o pezinho queimado, minha avó me contou! que sua irmã estava brava com ela e jogou no fogo, ela rapidamente recuperou a bonequinha, mas não conseguiu impedir o ferrimento. Eu a guardo com muito carinho, pois apesar de viver em uma época bem mais atual que a dela, não tive uma boa infância.


#39

Eu, também, adorava esta régua mágica!!!


#40

Oi Pessoal! Que maravilha este espaço…estou voltando no tempo!!!
Destaquei 4 objetos de infância que marcaram minha vida:
O caleidoscópio com suas formas e cores, me fizeram ficar apaixonada pela geometria e os fractais.
Adorava desmontar relógios e entender como tudo funcionava por dentro. ( difícil era ter um relógio quebrado!!!)
Adorava dar aula em um quadro verde que meus compraram e me colocava a brincar de ser professora de matemática com os colegas da rua.
Outro brinquedo, que não era bem um brinquedo…eu ficava na oficina do meu pai e brincava com o desmonte e montagem da parte interna dos carros. Eu adorava ajudar meu pai, que sempre me dava algo para fazer, como descosturar, tirar as tachinhas dos bancos e outros… Era muito legal e, até hoje, consigo me ver dentro dos carros.
É isso aí…Vamos conversando!!!

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