LCL

[Atividade 1] Objetos da infância


#1

Bem-vindo à nossa primeira atividade!

Nesta semana, gostaríamos de convidá-lo a compartilhar um objeto da sua infância com o resto da comunidade.

Leia o texto de Seymour Papert entitulado As Engrenagens de Minha Infância [Gears of My Childhood] e reflita sobre um objeto da sua infância que tenha lhe interessado ou influenciado.

Responda a esta mensagem para compartilhar uma foto e uma breve descrição do seu objeto de infância. O que ele tinha de especial? Como ele afetou a forma como você pensa e aprende?

Gostaríamos muito ler sobre os seus objetos de infância!

Equipe LCL


[Wk 1 Activity] Childhood Objects
#2


Então…
Ao procurar objetos sobre minha infância percebi que não guardei nada que me remetesse as questões norteadoras da tarefa, “O que tinha de especial?” e “Como ele afetou a forma com que você pensa e aprende?”
Pensei em meus pais para refletir sobre a questão, por isso trago uma foto de pessoas e não de objetos, pois eles foram e são meus maiores incentivadores e motivadores para a forma de como eu penso e aprendo, assim como o que eles tem de especial e influenciador na minha vida profissional, pessoal e artística.
<3


#3

Lendo o texto do Papert eu lembrei da régua mágica. Alguém conheceu?
Eu tive uma quando estava na terceira ou quarta série e eu achava muito massa!

Mas não foi a régua mágica que me influenciou, apesar de ser massa.

O que me marcou foi brincar de barbie. Quando eu ia brincar de barbie com as minhas amigas eu tinha que criar a casa da minha Barbie com caixas de papelão, toalhas para fazer o sofá da sala de estar e qualquer material disponível na minha casa ou na casa das minhas amigas.

A casa da minha barbie sempre ficava muito legal e com o tempo eu ia aperfeiçoando a forma de criar a casa, e fui guardando materiais recicláveis e a casa ficava cada vez mais requintada e interessante.

Hoje eu faço isso na minha casa. Eu faço minha horta, faço a cerca para o jardim, faço muro de tijolos, revisto paredes com pedras… Enfim, gosto de pensar que eu posso fazer tudo que eu quiser.


#4

Adorei!!!

Me identifico muito com essa régua e com os fazeres, também faço muitas coisas na minha casa :smiley:


#5

Eu adoravaaaa :heart:


#6

Olá! Este é o Moderno Dicionário Enciclopédico Brasileiro, segunda edição de 1982. Mas ganhei de meu pai entre 90 e 94. Não lembro a data, na dedicatória tmbm não tem data. Mas antes de 90 eu não era alfabetizada e foi antes do meu ingresso no Colégio Militar de Curitiba no final de 94. Lembro de abrir aleatoriamente uma das 877 páginas e brincar escolhendo uma palavra desconhecida para minha irmã adivinhar o q era, e vice e versa. Meu pai faleceu em 96, o tempo levou muitas das minhas lembranças mas com ele tive um exemplo de mão na massa para resolver os problemas. Com minha mãe aprendi muitas coisas, mas dentre elas a que mais uso como pesquisadora e curiosa, é de acreditar que podemos fazer qualquer coisa.


#7

Meu objeto favorito foi uma cartilha Caminho Suave, através dela, recortava, colava e inventava minha própria história, na época não sabia ler. Tive influência na maneira de aprender, fazendo coisas e transformando objetos.!


#8

Muito legal, Roberta! Lembro de um mapa mundi gigante e todo colorido que eu tinha na infância, e eu passava horas inventando histórias que poderiam estar acontecendo em diversas partes do pleneta, usando personagens “desenhados” no mapa. Acho que isso me fez ser muito curiosa por outras culturas e até hoje eu não sei o que é viver sem viajar. :earth_americas::earth_africa::earth_asia:


#9

Eu também amaaava essas réguas. Que nostalgia este fórum! :smiley:


#10

Olá!
Que atividade interessante!! Este objeto, que é uma bicicleta, mas não é uma bike qualquer… era uma “TIGRÃO”!! Amava esta bike, mas pensei porque ela me marcava tanto? E não era por ser uma “super” bicicleta, mas eram as histórias que eu inventava enquanto andava com ela! Um momento eu estava em uma fazenda, em outro estava em Nova Yorque e em seguida em Marte! As melhores lembranças eram as histórias que eu criava enquanto pedalava!


#11

Eu tive uma infância fantástica! Brinquei muito e tive vários objetos que me interessaram e me influenciaram. Entre eles, o que mais me marcou foi a boneca Susi e o boneco Beto.
Através deles, desenvolvi muito a minha criatividade em criar histórias, nomes de personagens e interações com uma amiga de infância. Meu pai, construiu a casa e os móveis foram confeccionados por mim com caixas de fósforos. Passávamos eu e minha amiga horas e horas brincando.
.


#12

Beto eu não lembro!!! kkkk


#13

Nossa! Quando vi a bicicleta, me lembrei que meu vizinho também tinha. Achava esta bicicleta o máximo! E um detalhe, quando veio um circo na cidade, ele trocou a bicicleta por um macaco. Imagina só, a mãe dele é que não gostou nada disso!


#14

Que história!! hahahaha


#15

L


Lousa de giz
Quando eu tinha 6 anos ganhei uma lousa de giz pequena de minha mãe, lembro-me que ainda em processo de alfabetização eu ficava o dia todo desenhando e brincando de dar aula para minhas bonecas. Algumas vezes, reunia meus amigos de infância para juntos brincarmos de “escolinha” e como eu amava ser a Professora. Aquele pequeno quadro com toda a certeza me motivou a ser quem sou hoje, uma professora apaixonada pelo que faz.


#16

Uau! Meus vizinhos tinham uma bicicleta igual a essa! Que nostalgia!


#17

Quando li o texto, lembrei imediatamente do Espirograf, que eu e minhas irmãs temos até hoje, rsrs! Na época, me atraís colorir as figuras formando padrões simétricos. Retomei o brinquedo algumas vezes na vida de adulta: para ensinar matemática (MMC e MDC têm tudo a ver) e no mestrado, ao estudar simetrias na teoria de Grupos.
espirograf


#18

Me identifiquei muito com as postagens dos colegas! Ficou mais difícil escolher um brinquedo, foram tantas “fases”… Escolhi colocar aqui um brinquedo que não era muito comum na minha época, mas que hoje é bem popular. Eu adorava montar casas, com divisões para os cômodos, e me preocupava muito com as funcionalidades das portas e janelas, rsrs! Poderia ter me tornado arquiteta, e esse amor, que foi suplantado pelo da Educação, começou naquela época. O brinquedo se chamava Hering Rasti, e era o “Lego” a que tínhamos acesso.
hering_rasti


#19

Hering Rasti!!! Lembro disso!! Meu irmão tinha um destes e vendo esse lembrei do Poliopticon!
Eram brinquedos dos meus irmãos, mas eu amava!!

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#20

Acho que posso dizer que meu objeto da infância foi um diário…(e livros! E barbies! rsrs).
No caso do diário, ele era meu amigo, e não digo isso porque não tinha amigos, muito pelo contrário, sempre fui muito sociável, mas de alguma forma eu me expressava livremente no meu diário, e acho que isso me ajudou a conhecer-me melhor e lidar com minhas emoções e palavras que ansiavam sair de dentro de mim mas não ecoavam no mundo como eu gostaria.
Acho que isso afetou minha forma de aprender em várias maneiras, primeiro porque eu só consigo aprender se houver sentido… e isso me conduzia à antes de tudo achar o sentido daquilo, nem que ele fosse “passar na prova”. Além disso, escrever como forma de registro sempre me ajudou a organizar melhor meus pensamentos e por consequência, meu aprendizado.
Em relação aos livros e as barbies, acho que sempre me encantei com as relações humanas e suas complexidades! :slight_smile: