LCL

Apresente-se!


#268

Olás!

Sou a Elisângela Ribas (Elis), sou Pedagoga, sou habilitada em Multimeios e Informática na Educação. Fiz Mestrado e faço agora Doutorado na área de Educação, na linha de pesquisa de Informática na Educação. Hoje sou Pedagoga no IFRS, além de atuar na área de Gestão Escolar, sou responsável pelo Núcleo de Educação a Distância do Campus. Meu interesse aqui com vocês é de trocar experiêncas e aprender muito para poder aplicar na minha realidade. Minha tese será sobre Pensamento Computacional, explorarei muito o Scratch e o curso tem muito a ver com tudo isso.

Moro em Porto Alegre, sou gaúcha, nascida no interior do RS.

Um abraço e bom curso para nós! :star_struck:


#269

Bom dia,
Meu nome é Fernanda, sou de São Bernardo do Campo e atuo como professora responsável pelo laboratório de informática de uma escola municipal de ensino fundamental I. Estou iniciando nessa área e gostaria muito de levar essa oportunidade aos meus alunos.
Puxa!!! Estou vendo que é um grupo bem legal e diversificado… Acredito que irei aprender muito…
Abraço a todos


#270

Olá! Sou Luciandro Sodré, Coordenador no Colégio Embraer de Botucatu-SP. Temos em nosso colégio uma proposta pedagógica bastante inovadora e por isso estou aqui. Gostaria de trocar experiências com os demais colegas e aprender um pouco mais sobre o aprendizado significativo por projetos. Será um prazer participar desse grupo.

Abraço a todos.


#271

Boa noite, Ricardo!

Obrigada pelo seu retorno. Realmente a troca de experiências é muito rica em cursos como esse e contribui para o aumento do conhecimento profissional.
Apresentei o seu vídeo institucional numa das escolas que eu trabalho e despertou um grande interesse na equipe de gestão para conhecer as realizações desenvolvidas no seu Colégio, pois estamos em fase de mudanças em nossos processos.
Por gentileza, poderíamos agendar uma visita em seu Colégio? Sendo possível, informar em qual período seria mais oportuno.

Muito obrigada!

Abs,

Elaine


#272

Oi, @Ricardo_Nogueira

acho que não fui muito claro. Eu não apresento várias atividades ao mesmo tempo, senão o problema que você apontou fatalmente irá ocorrer. Eu quis dizer que se para um determinado grupo uma atividade não vai funcionar, em um outro momento, com uma outra ferramenta, esse grupo que estava disperso pode se engajar (e, talvez, um outro grupo diferente não se mantenha focado por não estar sendo uma atividade interessante pra esse novo grupo). Mas o que eu pretendia era defender que esse problema não invalida a proposta do Papert. O computador continua sendo essa máquina que “roda” várias interfaces…e que uma delas vai dar conta pra atender aquele grupo desinteressado.

Enquanto formador de professores eu tento apresentar (para os futuros profissionais) todas as interfaces que conheço e que já testei na prática e discutir as vantagens e desvantagens de cada um. Por exemplo, uma atividade de construções geométricas usando a linguagem LOGO tem uma dinâmica completamente diferente se usarmos o Geogebra. E pode ser sobre o mesmo tema (propriedades de quadriláteros, por exemplo). No primeiro caso, às vezes esbarramos na falta de engajamento quando os alunos sentem dificuldades em implementar o algoritmo (mesmo que a linguagem seja intuitiva, afinal não bastaria só conhecer os comandos)…então a construção no Geogebra pode fazer esse mesmo grupo ter uma motivação maior, considerando a forma de construção que ele permite, e ainda assim proporcionar uma experiência e um debate tão bom quanto o que fizemos com o LOGO (e quem sabe a turma que adorou o LOGO não vai ver graça em construir no Geogebra).

Outra coisa que sempre discuto com os alunos de licenciatura é que o erro faz parte do processo. E quando eu erro durante uma atividade com eles na disciplina de TIC aplicada ao ensino de Matemática enfatizo “vejam o que acabou de acontecer…eu errei aqui, como podemos aproveitar isso para aprofundarmos o debate se fosse com alunos da Educação Básica…?”. Ver o erro como algo que “desestimula” é ir totalmente na direção oposta da aprendizagem criativa, ao meu ver (eu posso estar errado em relação a isso também :slight_smile: ). O aluno tem que entender que nós somos passíveis de errar, afinal somos seres humanos (ou melhor, que o erro faz parte do processo de aprendizagem). Agora, o que fazemos com o erro é o que vai determinar como será a percepção deles diante desse tipo de situação. Claro, a gente vai preparado pra fazer o certo, mas deve estar aberto para quando esse tipo de coisa acontecer. Confesso que isso já me deixou mais preocupado no início da minha carreira, mas hoje desencanei mais…justamente por entender melhor como ocorre o fenômeno da construção do conhecimento.

Então concordo completamente contigo…nesse caso de planejar e levar uma atividade, com uma ferramenta, para cada aula. Mas tenho assumido que nunca vou atingir os 100% da turma (como planejado) em 100% das minhas atividades. E justamente por isso devo diversificar as abordagens.

Grande abraço! :slight_smile:


#273

Olá,
Meu nome é Renato M Barboza e sou Ecobrinquedista!
Sou carioca, arquiteto formado pela UFRuralRJ e atualmente moro em Campinas.
Aqui conheci o projeto da Ecobrinquedoteca do Parque (em Campinas) onde me apaixonei pela proposta de trabalho e me tornei ecobrinquedista.
Convido-os(as) a conhecer meu trabalho de formação de educadores e oficinas baseadas na valorização do brincar não comercial, na pesquisa de materiais reutilizáveis e no design de ecobrinquedos e ecojogos.
Abaixo encaminho algumas referências sobre meu trabalho para consulta:
https://prezi.com/p/io4p8ffc8egu/


http://renatombarboza.wixsite.com/ecobrinquedista

No começo do ano participei de uma oficina de Aprendizagem Criativa na USP e gostei muito da iniciativa. Acredito que a proposta de aprendizagem criativa possa contribuir significativamente na minha atuação profissional como formador de educadores e nas propostas que desenvolvo de oficinas de construção de ecobrinquedos e ecojogos.
Abraço a todos(as),
Renato M Barboza
Ecobrinquedista e Designer de Ecobrinquedos


#274

Olá, meu nome é Hilder. Sou graduando em engenharia elétrica. Já participei de um projeto de extensão para ensino da programação para crianças e adolescentes através de robôs mindstorm NTX/EV3. Estou ansioso para aprender sobre a aprendizagem criativa.


#275

Olá Elaine, será um prazer receber você e sua equipe em nossa escola.
Sugiro que venham no dia 09/11. Podem chegar por volta das 10h para poder acompanhar um pouco da rotina da escola. Fiquem até as 15h30, pois neste dia teremos reunião de formação de professores que vocês poderão participar.
O que acha?
Por favor confirme para que possamos recebê-la muito bem.
Segue meu e-mail para darmos continuidade:
ricardo.caparros@arbos.com.br (corporativo)
rpcaparros@gmail.com (pessoal)
Abs


#276

Oi, boa tarde! Me chamo Alexsander Rocha, sou de Cataguases MG, sou graduando em Ciências Contábeis e sou coordenador da cia de teatro 100Roteiro. Faço parte da equipe do projeto Mundo Meu Micro Mundos, do Instituto Francisca de Souza Peixoto, no qual desenvolvemos oficinas de mini robótica, partindo da premissa lúdica que o teatro nos oferece, aplicando assim, conceitos básicos de aprendizagem criativa, tirando alunos da dinâmica “sala - quadro” e levando - os para a prática de exploração do seu meio de inserção. Espero aprender e somar com todos vocês presentes aqui, muito sucesso a todos!!!


#277

Olá! Eu sou Silvana, estou em São Paulo. Trabalho com a formação de professores de Educação Infantil em cursos de extensão e Pós Graduação. Quero conhecer as discussões desse grupo. Cheguei agora a esse fórum e quero compartilhar a experiência de curso. Bons estudos pra todo mundo.


#278

Boaaa @jufduarte, bom te ver aqui!!!


#279

@olavo, obrigada pelos links…

Adorei!

Abraço!


#280

Sou a Joicilany da cidade de Goiânia, trabalho no Colégio Marista de Goiânia, como Analista de Tecnologia Educacional


#281

Olá @Danilo_L_Batista!

Muito obrigado por contar um pouco de sua experiência com essa abordagem. Interessante quando você comenta que o erro não deve desestimular o aprendizado. Concordo contigo: especialmente na matemática, deixar a criança experimentar (o que implica em diversas tentativas e erros) até acertar o resultado, estimulando-a como um desafio a ser superado e não como uma cobrança sem a qual ela perde - seja nota seja a auto-estima - é o primeiro passo para fazer com que essa disciplina passe a ser vista como qualquer outra, com suas dificuldades inerentes, não como um pesadelo a ser evitado a qualquer preço.

Dominar diversas ferramentas para auxílio na aula também são muito interessantes: abrem um leque de opções para o professor e deixam o aluno mais à vontade para utilizar aquela em que se sente melhor.

Valeu pelas dicas!


#282

Oi pessoal!
Me chamo Ana Luiza Zanchetta,
faço parte de um maker space em São Paulo Capital e estou cada dia mais interessada sobre aprendizagem criativa e como ajudar os estudantes em coisas que eu sentia dificuldade e defasagem


#283

Oi pessoal, meu nome é Marilia, atualmente moro em Belo Horizonte.
Sou engenheira e atuo como voluntária da AVEC (avecmg.org.br) no projeto Liga da Robótica, que tem como objetivo ensinar os princípios da programação de computadores e da robótica a alunos da rede pública de BH. Usamos o Scratch, em conjunto com kits Lego WeDo, e temos tido bons resultados com a criançada.
Meus principais objetivos nesse curso são: refletir sobre o processo de aprendizagem criativa e sobre como podemos melhorar a Liga da Robótica, além de conhecer outras pessoas e suas experiências.
Um abraço a todos!


#284

Olá!
Sou Martha Santos, moro em Paulista-PE, estudante de pedagogia, trabalho no Fab Lab Recife como Guru de Educação Maker e Faço parte da Comunidade de Robótica Livre. Desejo aqui é aprender :slight_smile: :facepunch:t4:


#285

Boa tarde Rita. Passe meu contato para ela se ela e interessar em conversar sobre este projeto. Obrigado.


#286

Olá,
Eu sou a Ana Maria de Arruda, estou atualmente no Núcleo Regional de Educação, Àrea Metropolitana Norte, Curitiba,
Estou muito feliz de aprender sobre aprendizagem criativa!!


#287

Olá!

Sou António Gonçalves, professor, há quase 30 anos, numa escola profissional, há 24 anos, numa pequena cidade do interior de Portugal. Tenho como formação a licenciatura em engenharia civil e um mestrado em tecnologias digitais aplicadas à educação. Tenho muita expectativa em relação a este mooc, pois, encontrei nos primeiros textos que li, pontos de concordância com aquilo que penso que devem ser as novas metodologias de ensino/aprendizagem. Um bom curso para todos! :smile: